У нас вы можете посмотреть бесплатно Bill W Sobriedade Emocional A Próxima Fronteira A A или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
Acredito que muitos veteranos que submeteram nossa “cura da embriaguez” de A.A. a duros, mas bem-sucedidos testes, frequentemente ainda não têm sobriedade emocional. Talvez eles venham a ser a ponta de lança para o próximo grande desenvolvimento em A.A. – o desenvolvimento de uma maturidade e de um equilíbrio muito mais reais (oque significa dizer humildade) nas nossas relações conosco, com nossos companheiros e com Deus. Aqueles desejos adolescentes que tantos de nós temos por aprovação máxima, segurança total e romance perfeito – desejos bem apropriados para quando tínhamos 17 anos – são, comprovadamente, um modo de vida impossível aos 47 ou 57 anos de idade. Desde que A.A. começou, tive grandes batalhas nessas áreas por causa da minha dificuldade em crescer, emocional e espiritualmente. Meu Deus, como dói continuar querendo o impossível e como é doloroso descobrir finalmente que, o tempo todo, a carroça está na frente dos bois! Então, vem a agonia final de ver o quão terrivelmente errados estávamos e ainda sem condições para sair do carrossel emocional. Como transformar uma convicção mental correta em resultado emocional correto e, portanto, numa vida fácil, alegre e boa – bem, esse problema não é apenas dos neuróticos, é problema da vida em si, para todos nós que chegamos ao ponto de desejar cultivar princípios corretos em todas nossas atividades. Mesmo neste ponto, quando praticamos bons princípios, ainda nos escapam a paz e a alegria. Esse é o ponto ao qual muitos de nós, veteranos, chegamos. E é um ponto Infernal! Como poderá nosso inconsciente – de onde nossos medos, compulsões e falsas aspirações ainda fluem – ser alinhado com o que realmente acreditamos, sabemos e queremos? Nossa principal tarefa é convencer nosso tolo, raivoso e oculto “Monstro”. Recentemente, passei a acreditar que isso pode ser alcançado. Acredito que sim, pois passei a ver muitos ignorantes – gente como você e eu – começando a ter resultados. No último outono, a depressão, sem nenhuma causa racional, quase me destruiu. Comecei a temer que ficaria mal por outro longo período crônico. Considerando a dor que eu tivera com depressões, não era uma boa perspectiva. Continuava a me perguntar por que os Doze Passos não podem me libertar da depressão? Nesse momento, fixei-me na oração de São Francisco: “É melhor consolar que ser consolado”. Muito bem, essa era a fórmula. Mas por que não funcionava? De repente, percebi qual era o problema. Meu defeito básico sempre foi a dependência – dependência quase absoluta – de pessoas e circunstâncias para me preencherem com prestígio, segurança etc. Fracassava em obter tais coisas, devido aos meus sonhos perfeccionistas e exigências. Lutava e era derrotado por minha depressão. Enquanto essas fatais e quase absolutas dependências não fossem eliminadas, não haveria chance de fazer do amor altruísta da Oração de São Francisco um meio de vida prática e alegre. Graças a ter conseguido um pequeno desenvolvimento espiritual ao longo dos anos, a verdadeira condição dessas dependências assustadoras começou a aparecer completamente. Com ajuda da Graça que conseguia na Oração, percebi que tinha que usar toda determinação e ação para eliminar essas imperfeitas dependências emocionais de pessoas, de A.A. Na verdade, eram dependências de quaisquer circunstâncias externas. Só então poderia se livre para amar como São Francisco. Percebi que satisfações emocionais e instintivas eram, na verdade, dividendos extras por ter amor, dar amor e por expressar amor apropriado a cada relação na vida. Claramente, não poderia aproveitar o amor de Deus, até ser capaz de oferecê-lo de volta a Ele, amando outras pessoas como Ele me amava. E não consegui fazê-lo enquanto fui vítima das falsas dependências. Pois a minha dependência significava exigência – a exigência pela posse e controle das pessoas e condições ao meu redor. Embora as palavras “dependência absoluta “parecessem um chavão, foram elas que ajudaram a alavancar minha libertação para este atual grau de estabilidade e quietude da mente, qualidades que agora estou tentando consolidar, oferecendo amor aos outros independentemente de receber de volta ou não. Este parece ser o caminho principal da cura: um amor que emana da criação de Deus e das pessoas, através do benefício que temos do Seu amor por nós. Está claro que a corrente natural só pode fluir quando rompemos nossas dependências paralisantes e rompemo-las profundamente. Só assim podemos ter um vislumbre do que é realmente o amor adulto. Parece cálculo espiritual? Nada disso. Observe qualquer AA de seis meses trabalhando o Décimo Segundo Passo com um novato. Se o novato diz vai para o inferno, o praticante do Décimo Segundo Passo apenas sorri e dedica-se a outro caso. Não se sente frustrado ou rejeitado. Se seu próximo caso corresponde e começa a dar amor e atenção a outros alcoólicos, mas não retribui diretamente a quem lhe levou a mensagem, o padrinho fica feliz mesmo assim. Continua não sentindo rejeição;