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Material encontrado no livro do Espirito Joanna de Ângelis, em parceria com o médium Divaldo Pereira Franco, intitulado Psicologia da Gratidão. Encerrando o Espirito nos traz o seguinte texto; A medida que a psique desenvolve a consciência, fazendo-a superar os níveis primitivos recheados pela sombra, mais facilmente adquire a capacidade da gratidão. A sombra, que resulta dos fenômenos egoicos, havendo acumulado interesses inferiores que procura escamotear, ocultando-os no inconsciente, é a grande adversária do sentimento de gratulação. Na sua ânsia de aparentar aquilo que não conquistou impedida pelos hábitos enfermiços, projeta os conflitos nas demais pessoas, sem a lucidez necessária para confiar e servir. Servindo-se dos outros, supõe que assim fazem todos os demais, competindo-lhe fruir o melhor quinhão, ante a impossibilidade de alargar a generosidade, que lhe facultaria o amadurecimento psicológico para a saudável convivência social, para o desenvolvimento interior dos valores nobres do amor e da solidariedade. A miopia emocional, defluente do predomínio da sombra no comportamento do ser humano, impede-o que veja a harmonia existente na vida, desde os mágicos fenômenos existenciais àqueles estéticos e fundamentais para a sobrevivência harmônica e feliz. A sombra sempre trabalha para o ego, com raras exceções, quando se vincula ao Self, evitando toda e qualquer possibilidade de comunhão fora do seu círculo estreito de caráter autopunitivo, porque se compraz em manter a sua vítima em culpa contínua, que busca ocultar, mantendo, no seu recesso, uma necessidade autodestrutiva, porque incapaz de enfrentar-se e solucionar os seus mascarados enigmas. As imperfeições morais que não foram modificadas pelo processo da sua diluição e substituição pelas conquistas éticas, atormentam o ser, fazendo-o refratário, senão hostil a todos os movimentos libertários. Não há no seu emocional, em consequência, nenhum espaço para o louvor, o júbilo, a gratidão. Compraz-se em arquitetar mecanismos de evasão ou de transferência, de modo que se apazigue e aparente uma situação inexistente. Desse modo, os conflitos que se originaram em outras existências e tornaram-se parte significativa do ego predominam no indivíduo inseguro e sofredor, que se refugia na autocompaixão ou na vingança, de forma que chame a atenção, que receba compensação narcisista, aplauso, preservando sempre suspeitas infundadas quanto à validade do que lhe é oferecido, pela consciência de saber que não é merecedor de tais tributos... Acumuladas e preservadas as sensações que se converteram em emoções de suspeita e de ira, de descontentamento e amargura, projetam-nas nas demais pessoas, por não acreditar em lealdade, amor e abnegação. Se alguém é dedicado ao bem na comunidade, é tido como dissimulador, porque essa seria a sua atitude (da sombra). Se outrem reparte alegria e constrói solidariedade, a inveja que se lhe encontra arquivada no inconsciente acha meios de denominá-lo como bajulador e pusilânime, pois que, por sua vez, não conseguiria desempenhar as mesmas tarefas com naturalidade. A ausência de maturidade afetiva isola o indivíduo na amargura e na autopunição. Tudo quanto lhe constitui impedimento mascara e transfere para os outros, assumindo postura crítica impiedosa, puritanismo exagerado,buscando sempre desconsiderar os comportamentos louváveis do próximo que lhe inspiram antipatia. Assim age porque a sua é uma consciência adormecida, não habituada aos voos expressivos da fraternidade e da compreensão, que somente se harmonizando com o grupo no qual vive é que poderá apresentar-se plena. Autoconscientizando-se da sua estrutura emocional mediante o discernimento do dever, o que significa amadurecer, conseguirá realizar o parto libertador do ego, dele retirando as suas mazelas, lapidando as crostas externas qual ocorre com o diamante bruto que oculta o brilho das estrelas que se encontram no seu interior. Não se trata de o combater, senão de o entender e o amar, porque, no processo antropológico, em determinado período, o que hoje são sombras ajudou-o a vencer as adversas condições do meio ambiente, das expressões primárias da vida, razão essa que se transformou em bem estruturado mecanismo de defesa. Burilá-lo, pois, através da adoção de novas condutas que o aprimorem, significa respeitá-lo, ao tempo em que se liberta das fixações perversas em relação à atualidade com a aceitação de outras condições próprias para o nível de consciência lúcida em cuja busca avança. Conseguindo esse despertar de valores, é inevitável a saída da sua individualidade para a convivência com a coletividade, onde mais se aprimorará, aprendendo a conquistar emoções superiores que o enriquecerão de alegria e de paz, deslumbrando-se ante as bênçãos da vida que adornam tudo, assimilando-as em vez de reclamando sempre, pela impossibilidade de percebê-las. A sombra desempenha um papel fundamental na construção do ser, que a deve direcionar no rumo do Self,