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Esse som nasceu da mistura mais improvável possível: roça + skate + boombap. “Tirando Leite da Vaca de Skate” é rap feito com humor, imaginação e identidade, mostrando que hip hop pode nascer em qualquer lugar — até no curral, com Wu-Tang no fone e poeira no pé. É zoeira, mas é sério. É simples, mas é original. Boom-bap do interior, sem filtro e sem personagem. Se curtir, deixa o like, comenta e compartilha. Rap independente vive disso. 🙏🔥 🎧 Ston-G Boombap | Criatividade | Rap Raiz --- 📜 LETRA — TIRANDO LEITE DA VACA DE SKATE [Verso 1] Acordei seis da manhã, sol queimando o cangote, Peguei o skate, o balde e o radinho no hip hop mode, Fui pra fazenda, mas sem trator, fui deslizando, A vaca olhou pra mim tipo “mano, o que cê tá tramando?” Ela de cara séria, eu com fone do Wu-Tang, Rolando no chão poeira e som do boom-bap rang, “Hoje o leite vai sair no estilo”, eu gritei no ar, Desci a ladeira do curral, pronto pra manobrar. Escorreguei na lama, mas não perdi a pegada, Equilibrei o balde e fiz uma flipada errada, A vaca riu, juro, ela riu da minha queda, Tipo dizendo: “esse doido vai sair na lenda!” --- [Refrão] Tirando leite da vaca de skate, No flow da roça, ninguém me bate, Se cair, levanta, o chão é de barro, Mas o som é limpo, o rastro é raro. Tirando leite da vaca de skate, Se duvidar, tenta me imitar, mate, No campo, no asfalto, o som invade, Entre o rural e o rap, faço mix da verdade. --- [Verso 2] Mano, o sol tá rachando, tipo panela em fogueira, Mas minha vibe é gelada, tipo milkshake da ladeira, Pego o leite fresco, bato com o flow sincero, Hip hop da roça, esse som é o mais moderno. Os bois me olham tipo “quem chamou esse maluco?” O cachorro late no beat, encaixando no truque, Enquanto isso, eu dropo verso com cheiro de capim, Meu rap é leite puro, direto do pasto, sem fim. Mistura sabedoria com a vida do interior, Enquanto o pneu canta, eu deslizo sem temor, Rodo na fazenda, freestyle no chão batido, O leite pinga no balde, tipo rima no ouvido. --- [Refrão] Tirando leite da vaca de skate, No flow da roça, ninguém me bate, Se cair, levanta, o chão é de barro, Mas o som é limpo, o rastro é raro. Tirando leite da vaca de skate, Se duvidar, tenta me imitar, mate, No campo, no asfalto, o som invade, Entre o rural e o rap, faço mix da verdade. --- [Verso 3] Parei um segundo, sentei no meio do curral, A vaca me encarou tipo “isso é freestyle rural?”, Eu ri e disse “é sim, dona Mimosa!”, Ela mugiu no beat — resposta perigosa. Enquanto isso, um tio gritou da porteira: “Ô muleque, vai trabalhar, que isso é besteira!” Mas ele não entende que o som é minha lida, E tirar leite de skate é minha forma de vida. Gravei o clipe com a câmera de 2008, Skate, vaca e poeira — cena de outro coito, Mas ficou autêntico, sujo e sincero, Meu rap cheira a pasto, mas soa moderno. --- [Ponte] Roda girando, leite escorrendo, O beat batendo, o verso descendo, Na roça, na city, o estilo é o mesmo, Quem faz por amor nunca perde o peso. 😂🔥