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Letra: Regina (Malagueta) Musica: Daniel (Jindungo) power by Suno Jindungo… encontra o norte. Trinta voltas ao sol nas mãos marcadas, um quarto fechado, promessas rasgadas. Cresceu no silêncio de um colo ausente, tempestades em casa, amor intermitente. Risos que vinham e iam sem aviso, dias de ouro, noites sem juízo. Aprendeu cedo a pisar devagar, sobre cacos que insistiam em cortar. Na adolescência, o mundo pesou demais, procurou nos atalhos o que não teve dos pais. E a dor virou chama, queimando por dentro, um grito calado perdido no vento. Fernet, minha gata, farol na escuridão, teus olhos são minha constelação. Quando o passado me tenta puxar, é no teu ronronar que eu volto a respirar. Fernet, bússola viva no peito apertado, bigodes que apontam pro lado certo. Se eu me perco na sombra da mente, teu miado me chama pro presente. Saiu de casa com a mala pequena, promessas quebradas, liberdade algemada. Cinco anos à deriva, sem cais, amigos de esquina, abismos iguais. Era doce o veneno a escorrer, um gole de nada pra não se doer. Chamava de coragem o que era queda, dançava com a morte na corda bamba da seda. Mas no fundo um fio ainda brilhava, uma voz antiga que a chamava. Entre ruínas, achou um sinal, quatro patas cruzando o vendaval. Fernet, minha gata, farol na escuridão, teus olhos são minha constelação. Quando o passado me tenta puxar, é no teu ronronar que eu volto a respirar. Fernet, energia do meu despertar, és a âncora leve no meio do mar. Se a saudade me fere de repente, teu miado me ancora no presente. Houve um tempo em que o nome era fuga, um brinde ao abismo, rotina madruga. Hoje é pêlo macio no peito cansado, um amor simples, inteiro e sagrado. E há braços que esperam na porta de casa, raízes que firmam quando o medo arrasa. Um colo que aprende a recomeçar, um sonho teimoso querendo brotar. Fernet, minha gata, guia do meu chão, teu passo pequeno me ensina direção. Se o mundo desaba e eu penso em correr, teu olhar diz baixinho: fica pra viver. Fernet, minha estrela sem pedir nada, minha chama acesa na noite fechada. Trinta anos, cicatriz e semente, com tua luz eu escolho o presente. Já não há brinde ao que quis me perder, há leite morno e um novo amanhecer. Entre sonhos guardados e o amor que me cerca, a vida me chama — e eu fico por perto.