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Nesta aula da Universidade Livre SOBRAPA, a Coordenação SOBRAPA promove uma reflexão clínica, ética e social sobre o tema “Relacionamentos abusivos contra homens: invisibilidade, narcisismo e reconstrução subjetiva”, em diálogo com a pesquisadora Sideles Mendes Soares Pinheiro e a psicanalista Angela Almeida. O encontro amplia o debate sobre violência relacional, deslocando o foco exclusivo das categorias de gênero para investigar as dinâmicas inconscientes que sustentam vínculos abusivos. A aula parte do reconhecimento de que homens também podem ser vítimas de abuso psicológico, emocional e simbólico, embora essa realidade permaneça frequentemente invisível. A cultura patriarcal, ao exigir do homem força, autossuficiência e domínio, produz um recalque social que dificulta a simbolização da própria condição de vítima. Esse recalque social transforma-se em recalque psíquico, impedindo muitos homens de nomear o abuso que sofrem. Discute-se que o sofrimento masculino em relações abusivas pode manifestar-se por meio de depressão silenciosa, colapso de identidade, adoecimentos psicossomáticos, abuso de substâncias, isolamento e explosões de raiva sem causa aparente. Na clínica, esses sujeitos raramente chegam identificando-se como vítimas; apresentam-se confusos, culpabilizados e duvidando de sua própria percepção da realidade. A partir de Freud, aborda-se o masoquismo moral como chave de leitura para compreender por que muitos homens suportam humilhações constantes e desqualificações. A autopunição inconsciente pode estar enraizada em identificações infantis com figuras parentais críticas, nas quais o amor era condicionado ao desempenho ou à submissão. A compulsão à repetição reaparece no vínculo amoroso como tentativa fracassada de dominar antigas cenas traumáticas. Em diálogo com Lacan, discute-se a fragilidade do significante fálico, entendido como lugar simbólico de reconhecimento e valor. Quando esse lugar está comprometido, o sujeito depende excessivamente da validação do outro para sustentar sua identidade, vivendo sob constante ameaça de abandono e aniquilação simbólica. A aula também analisa táticas específicas de abuso psicológico, como o gaslighting, no qual o parceiro abusivo assume a posição de detentor da verdade, fazendo o outro duvidar de sua memória, percepção e sanidade. Nessa dinâmica, o homem pode ficar aprisionado ao discurso do outro, internalizando a culpa e apagando progressivamente sua própria subjetividade. Com base em Winnicott, discute-se a formação do falso self como estratégia de sobrevivência. O homem adapta-se ao desejo do parceiro, silenciando o verdadeiro self para evitar conflitos e preservar o vínculo. Na leitura kleiniana, evidencia-se uma assimetria relacional: enquanto um parceiro opera em posição esquizo-paranoide, atacando e projetando, o outro fixa-se patologicamente na posição depressiva, culpando-se e tentando reparar incessantemente. O encontro também problematiza o risco de inversão de valores e dinâmicas de revanchismo, ressaltando que o poder, quando não simbolizado, pode reproduzir estruturas abusivas independentemente do gênero. A violência é compreendida como fenômeno psíquico, relacional e social, atravessado por ideais culturais, microfísicas de poder e falhas na simbolização. A aula reafirma que reconhecer o homem como possível vítima não relativiza outras formas de violência, mas amplia a compreensão do fenômeno abusivo. A psicanálise oferece um espaço de escuta sem julgamento, possibilitando a reconstrução do narcisismo ferido, a separação da culpa inconsciente e a recuperação do desejo próprio. 📌 Temas abordados na aula: • Invisibilidade do abuso masculino • Recalque social e recalque psíquico • Masoquismo moral e culpa inconsciente • Compulsão à repetição no vínculo amoroso • Fragilidade do significante fálico • Gaslighting e manipulação psicológica • Falso self e adaptação patológica • Posição depressiva e assimetria relacional • Vergonha, silêncio e identidade masculina • Reconstrução subjetiva na clínica ✨ Esta aula integra o percurso formativo da Universidade Livre SOBRAPA, reafirmando o compromisso com uma psicanálise ética, crítica e inclusiva, atenta às múltiplas formas de violência e às possibilidades de reconstrução subjetiva por meio da palavra. 👉 Associe-se à SOBRAPA e participe das aulas, supervisões e rodas de conversa: https://forms.gle/hn4oarn1k5rEdP4B6 📲 Informações e contato: (12) 99139-4270 (WhatsApp) #Psicanálise #RelacionamentosAbusivos #ViolênciaPsicológica #Masculinidade #ClínicaPsicanalítica #SOBRAPA #UniversidadeLivreSOBRAPA #SaúdeMental #ReconstruçãoSubjetiva