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Aos 90 anos, Julie Andrews se despede de seus fãs. Julie Andrews completou 90 anos e, finalmente, parece estar pronta para dizer adeus. Durante décadas, o mundo a venerou como a imagem da elegância imaculada; ela foi a nossa querida Mary Poppins, a nossa corajosa Maria von Trapp. Possuía uma voz tão pura que parecia magia divina. No entanto, por trás daquele sorriso perfeito que iluminou as telas, escondia-se um segredo sombrio que ela manteve trancado a sete chaves durante setenta longos anos. Foi apenas em 2008 que Julie teve a coragem de revelar o que realmente aconteceu quando era apenas uma menina de nove anos. Seu padrasto cruzou uma linha imperdoável, um ato que marca a alma para sempre. E o que é ainda mais dilacerante: sua própria mãe escolheu proteger seu número de vaudeville e seu sustento em vez da inocência da filha. Mas esse abuso não foi o único capítulo triste. Hoje, revelamos a verdade nua, crua e dolorosa sobre a estrela mais doce de Hollywood. Julie Andrews chegou ao mundo em 1º de outubro de 1935 em Walton-on-Thames, Surrey. Nasceu num momento em que a Inglaterra prendia a respiração; a Grande Depressão ainda sufocava as famílias trabalhadoras e a sombra da guerra rastejava cada vez mais perto. Seus pais, Barbara e Edward Wells, lutavam dia após dia apenas para se manterem à tona, vivendo em espaços tão apertados que a palavra "conforto" era um luxo desconhecido. Quando a Segunda Guerra Mundial eclodiu em 1939, a família tinha sido empurrada para os bairros mais pobres de Londres. Lá não havia banheiros dentro de casa, nem privacidade, nem dignidade. Muitas noites, a pequena Julie dormia no chão simplesmente porque não havia outro lugar para descansar seu corpo. Então, começou o horror do "Blitz". O medo deixou de ser uma ideia para se tornar o próprio ar que respiravam. De 7 de setembro de 1940 até maio de 1941, Londres ardeu sob as bombas noite após noite. Foram 57 noites consecutivas de explosões, sirenes uivando e escuridão total. A família de Julie corria repetidamente para abrigos improvisados, ouvindo a cidade tremer sobre suas cabeças. A comida era tão racionada que açúcar, carne e até roupas novas pareciam sonhos distantes. Estas não são histórias que ela ouviu de outros; esta foi a sua infância. Em meio a todo esse caos, outra verdade esperava silenciosamente para vir à tona. Julie cresceu acreditando firmemente que Edward Wells, um homem simples, era seu pai. Ele representava sua segurança, seu porto seguro. Essa crença a sustentou até completar 15 anos, momento em que sua mãe, durante uma dolorosa crise familiar, decidiu confessar a verdade. Barbara admitiu ter tido um caso com um amigo da família antes de Julie nascer. O homem que Julie amava como pai, não o era. Essa revelação estilhaçou seu senso de identidade. O mais estranho e cruel do destino foi que Julie já havia conhecido seu pai biológico em um evento social quando tinha 14 anos, sem ter a menor ideia de quem ele era realmente. Seu nome nunca se tornou público, nem mesmo em suas memórias. Esse segredo permaneceu trancado dentro dela por décadas, moldando em silêncio sua forma de entender a família, a confiança e a si mesma.