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Passadista de um jardim por B’ta F. Link de stream: http://hyperurl.co/f1mhte Link de download: https://www.mediafire.com/file/3712ur... Letra por B’ta F. Vídeo por B’ta F e Gabriel Bonet. Letra: Transaciono se aciono o querer do sucesso Sempre biombo, e sobe sempre em retrocesso E atropela onde passa, nunca zela um comparsa A minha vela é a minha casa, e deste mote nunca cesso Yeah, deste modo nunca seco Dá-me água (dá mágoa) quando parto, conto quadras quando peco Conto pedras com um sapato, quando pairo sem um pé No chão a que pertenço, porque eu não raio sem o ré No meu povoado é tudo ave, a poesia adeja Não há trovoada, a primavera nunca hesita a deixa Às vezes lacro-me na sala, onde o atro me assola Mas o truque é ver o sol e nunca evitar, beija-o E quando a vida deixa, recebo a ressa num rio lêntico “Cada vez com menos pressa” é a prece, eu rio-me lento e tu? Céu ciano, o sócio ama, quero gelo no meu café Só assim se enfrenta um cérebro novelo, com muita fé Oh meu banco cativo, sempre brando, nunca estive Doutra forma, lucrativo no que toca ao que poetizo E o rio que passa e leva as horas consigo? Mas a roda roda sempre e não descola do sítio Não alimentem o meu fim, nunca Não pavimentem o jardim, nunca Oh meu jardim nunca me esqueças, nunca Nem que eu lerpe e arrefeça, nunca Ando e encaro parques que foram ditando partes Do boy que quis ser o mano (humano) com o crânio em tantos “martes” E é um contra-senso que eu sou voe ficando quedo Aponto a sede de ir, e o dedo vibra de medo Porque eu não me livro da eterna crise de quem navega Na biblioteca na busca do livro que me completa Ou mitigo isso, omitindo, ou mentindo, ou me intrigo centos Sem massa na mente quando eu cozinho, trigo limpo sempre Acho um sedante sempre que ajo um cedente O “c” na “cor” da minha mente foi ganhando um ascendente O bote enche e traço um rumo, transcendo-me e parto o muro E o meu polegar viaja em quatro polegadas e dá-te o mundo Yeah, infalível que eu fala Mas não invalida que eu fale, porque nesta lide não lida o saldo Estou right com temporal, um mic e Contemporal É assim que eu mato o tempo, a tentar ser intemporal Oh meu banco cativo, sempre brando, nunca estive Doutra forma, lucrativo no que toca ao que poetizo E o rio que passa e leva as horas consigo? Mas a roda roda sempre e não descola do sítio Não alimentem o meu fim, nunca Não pavimentem o jardim, nunca Oh meu jardim nunca me esqueças, nunca Nem que eu lerpe e arrefeça, nunca __ Sigam-me: Instagram: @b.ta.f Facebook: / btafoficial Twitter: @fbiobta Sigam Gabriel Bonet: Instagram: @gabriel__bonet Agradecimentos: Gabriel Bonet, Jiaqiang Chen, Gonçalo Ferreira e os meu queridos avós. Obrigado, B’ta F