У нас вы можете посмотреть бесплатно Allan Kardec era racista? Mario Persona или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
Não sou pastor, padre ou clérigo. Não estou ligado a qualquer denominação ou organização religiosa. Congrego somente ao nome do Senhor fora do sistema denominacional, sem templos, líderes, sacerdotes, dízimos e coisas semelhantes. Antes que alguém me acuse de racismo, quero deixar bem claro que os textos a seguir são de autoria de Alan Kardek, e não de minha autoria, pois eu mesmo tenho um filho negro e não concordo que ele seja isso que o Kardec falou. Segundo ele, "O negro pode ser belo para o negro, como um gato para os gatos; mas não o é no sentido absoluto, porque os seus traços grosseiros, os lábios grossos, acusam materialidade dos seus instintos; podem perfeitamente exprimir paixões violentas, mas nunca variedades do sentimento e as modulações de um Espírito elevado. Extraído do livro de "Allan Kardec, Obras Póstumas, Primeira parte, capítulo da "Teoria do Belo" Em outra obra Kardec diz: "Com efeito, seria impossível atribuir a mesma antiguidade de criação aos selvagens que mal se distinguem dos macacos, que aos chineses, e ainda menos aos europeus civilizados" (Allan Kardec, a Gênese, Editora Lake, São Paulo, Primeira edição, página 187. Em outro livro continua: "Por que há selvagens e homens civilizados? Se tomarmos uma criança negra recém nascida e a educarmos nas melhores escolas, fareis dela, um dia, um Laplace ou um Newton? (...) ...o negro é de uma raça inferior; então, perguntaremos se o negro é um homem ou não. Se é um homem, por que Deus o fez, e à sua raça, deserdado dos privilégios concedidos à raça caucasiana? Se não é um homem, porque procurar fazê-lo cristão?" (Allan Kardec, O livro dos Espíritos, Instituto de Difusão Espírita, Araras, São Paulo, Capítulo 5, páginas 126 a 127). É isso. Ao aceitar a reencarnação kardecista é preciso levar tudo o que vem no pacote, goste ou não. Por favor, os espíritas não tomem isso como uma crítica pessoal; embora não concorde com o espiritismo, nada tenho contra as pessoas que professam essas ideias. O espiritismo fala tanto de amor ao próximo, que eu particularmente não considero um amor desinteressado já que o sujeito que pratica esse amor está querendo mesmo é reduzir seu próprio carma. Os discípulos de Jesus, embora judeus e extremamente separados de outros povos, aprenderam a lição do Senhor. A Lei do Antigo Testamento ordenava coisas como separação total de gentios (não-judeus), que eram proibidos de entrar no Templo de Jerusalém para adorarem a Deus. Proibia também de ser sacerdote um homem que não tivesse testículos. Para mostrar como os Evangelhos eram realmente "Boas Novas", em Atos 8 Filipe sai nas carreiras ao lado da carruagem de um homem, só para explicar que Isaías 53 falava de Jesus. E, maravilha das maravilhas, aquele homem se converteu a Cristo! O primeiro não-judeu convertido a Cristo era negro e eunuco! Filipe não mediu esforços para falar de Cristo àquele homem. Agora vamos perguntar ao Allan Kardec: "E você, Allan, o que faria a respeito?" Kardec responderia, como em suas obras: "...o negro é de uma raça inferior... por que procurar fazê-lo cristão?" (Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, capítulo 5, páginas 126-127) . Oops! O Allan falou que o Filipe correu à toa.