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Música, folk rural, folk Brasil 🎵 Música original ✍️ Letra criada com auxílio de Inteligência Artificial (ChatGPT), a partir de ideia e direção criativa de autoria humana (PAULO CARNEIRO). 🤖 Produção musical gerada por IA (Suno AI). [Eu Sou da Terra] [Verso 1] Eu sou o verde que faz respirar o mundo Sinto o medo do machado de ferro Do dente da serra, no cheiro do fogo Sou folha que treme, raiz que se esconde Quando a mata escuta o trovão do homem [Refrão] Eu sou da terra, sou do que há Do rio correndo, do bicho e do ar Fui me fazendo sem nem perceber Na lida, no tempo, no sol a bater Quando eu me for, volto a brotar Que a terra possa me aproveitar [Verso 2] Eu sou pedra no meio do rio Segurando a água sem segurar No encontro suave das correntezas Que as vezes se abraçam, as vezes vão brigar Sou a mistura barrenta e bonita Dos rios cansados que insistem em passar [Verso 3] Eu sou a cana crescendo pequena Do gomo miúdo que aprende a subir Viro garapa doce na boca Viro cheiro forte no ar a ferver E pinga que o tempo deixa envelhecer [Verso 4] Sou o brilho do peixe na linha Lambari faiscando ao sol da manhã Sou bagre e mandi nas águas turvas Sou piau valente, cascudo no chão Sou paciência e espera No silêncio comprido da beira do ribeirão [Verso 5] Eu sou umbaúba oca e leve Casa de formiga, descanso de bicho Alimento das preguiças no meio do mato Brinquedo de crianças, balanço de tronco Lenha que aquece panela e prosa E o sossego manso das noites da roça [Refrão] Eu sou da terra, sou do que há Do rio correndo, do bicho e do ar Fui me fazendo sem nem perceber Na lida, no tempo, no sol a bater Quando eu me for, volto a brotar Que a terra possa me aproveitar [Verso 6] Sou o cavalo que foge do laço Mas volta pro peso que sabe levar Suor com sal descendo no lombo E a água fria pra refrescar Um punhado de milho no fim da jornada E a velhice solta no pasto a descansar [Verso 7] Sou o homem da roça, mão dura e marcada O sol desenhando a pele no rosto Saúde que aguenta até quando não pode Teimosia herdada, silêncio imposto Cabeça que insiste, peito que não fala E o tempo cobrando o preço do esforço [Verso Final] Sou boi de carro puxando a história Passo marcado na terra vermelha Semelhantes desde o nascimento Vida domada na mesma parelha Sou força, cansaço, destino e caminho Sou tudo que a terra guarda e espelha [Ponte – suave] Eu fui forjado no cheiro da chuva No pó da estrada, na mão do meu pai Se perguntarem de onde eu venho Eu digo: de tudo que fica e se vai [Refrão Final] Eu sou da terra, sou do que há Do rio correndo, do bicho e do ar Se eu me perder, pode procurar No vento, na água, no chão a vibrar Porque o que nasce da terra um dia Sempre pra terra vai retornar.