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Uma corrida de suspender a respiração- Uma Corrida Perigosa Já passava da meia-noite. No bairro industrial abandonado ao norte da cidade, entre portões de ferro enferrujados e vidros quebrados, só se ouviam os roncos dos motores. Três em cada quatro postes de luz estavam apagados; os poucos que funcionavam derramavam uma luz amarela trêmula e doente. O capô do Supra vermelho ainda estava quente. O piloto — ninguém sabia o nome verdadeiro, chamavam-no apenas de “Norte” — agarrava o volante com força, os olhos não no para-brisa, mas no retrovisor, onde via o Skyline preto com motor 2JZ rugindo atrás. As regras da corrida eram simples e brutais: Quem chegasse primeiro nas três primeiras voltas, vencia. Ninguém pisava no freio. Ninguém saía da pista. Ninguém desistia. Na quarta volta, desistir já era impossível. A pista não era mais só asfalto. Passava pelo interior de uma fábrica de aço abandonada, entre gigantescas prensas, escadas de concreto quebradas e, o pior: sobre os trilhos. Ainda havia um único trem em operação. Às 01:47 da madrugada, ele chegava. Todos sabiam o horário. O sinal de largada subiu. Os dois carros dispararam ao mesmo tempo. O Supra largou na frente, mas o torque selvagem do Skyline era mais feroz; na segunda curva, já estavam lado a lado. O retrovisor direito do Norte raspou na porta do Skyline, o grito de metal contra metal rasgou a noite. Entraram na fábrica. Sob guindastes gigantes, o cheiro de ferrugem misturava-se com fumaça de pneus queimados. Corredores estreitos, correntes penduradas do teto, poças de óleo no chão… O Supra passou a 180 km/h por um ponto onde uma viga de ferro caiu do teto, passando a apenas 30 cm do para-brisa. Norte abaixou a cabeça; o vidro explodiu, cacos cravaram-se no rosto. Sentiu o sangue escorrer, mas não tocou no freio. O piloto do Skyline — apelidado “Corvo” — era ainda mais louco. Acelerou numa rampa, voou por cima do Supra e caiu à frente. Norte rangeu os dentes, reduziu marcha, pisou fundo. O motor gritava. 01:45. A 400 metros dos trilhos, ouviu-se a sirene. O trem se aproximava. Na mente de Norte, uma única ideia: “Ou passo o trem, ou não passo… de qualquer jeito, é o fim.” O Skyline chegou aos trilhos 0,8 segundo antes. Os faróis do trem cegaram. Corvo pisou tudo. O Supra veio logo atrás. Ao cruzar os trilhos, o trem estava a apenas 7 metros. O velocímetro marcou 212. As rodas bateram nos trilhos, o chassi saltou, a cabeça de Norte bateu no teto. Passaram. #redwhite #motogpcrash #motogp #cartoon