У нас вы можете посмотреть бесплатно Deixei 50 milhões pros meus filhos, mas ouvi eles falando: "Quando ela morrer или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
"Mãe, quando você finalmente morrer, vamos poder viver de verdade. " Essas foram as palavras que ouvi do meu próprio filho Carlos, falando com a irmã Patricia na varanda da minha mansão em Jurerê Internacional. Setenta e dois anos de vida, cinquenta milhões de reais construídos com minhas próprias mãos, e duas crianças que eu criei pensando que um dia seriam minha herança mais preciosa. Como eu estava enganada. Antes de mergulharmos nesta história que mudou minha vida para sempre, me contem de onde vocês estão assistindo, e se esta história tocar vocês de alguma forma, não se esqueçam de se inscrever no canal, porque amanhã eu guardei algo extra especial para vocês! Meu nome é Valéria Santana, e por quarenta e cinco anos eu construí tijolo por tijolo um dos maiores impérios imobiliários de Santa Catarina. Comecei vendendo terrenos em Florianópolis quando a cidade ainda era apenas uma capital pequena e provinciana, muito antes de se tornar o paraíso turístico que conhecemos hoje. Naquela época, início dos anos oitenta, mulheres no ramo imobiliário eram raras como diamantes. Os homens me olhavam com desconfiança, os clientes duvidavam da minha competência, e os fornecedores achavam que podiam me passar para trás. Lembro-me perfeitamente do meu primeiro empreendimento. Era um pequeno condomínio de casas na Lagoa da Conceição, apenas seis unidades modestas que eu havia comprado de um fazendeiro falido. Trabalhei dia e noite por oito meses reformando cada casa com minhas próprias mãos quando necessário. Pintei paredes, plantei jardins, negociei com pedreiros, eletricistas e encanadores que tentavam me cobrar o dobro por acharem que eu não entendia do assunto. Naquela época eu era uma mulher divorciada de vinte e sete anos com dois filhos pequenos. Carlos tinha apenas cinco anos e Patricia três. Meu ex-marido, Rodrigo, havia me abandonado para viver com uma secretária vinte anos mais nova, deixando-me sem pensão alimentícia e com duas crianças para criar. Ele dizia que mulher não tinha competência para os negócios e que eu deveria aceitar um emprego como vendedora em alguma loja do centro. Mas eu tinha outros planos. Durante o casamento, eu havia observado cada movimento do mercado imobiliário. Rodrigo trabalhava em um banco e frequentemente trazia para casa relatórios sobre financiamentos e desenvolvimentos urbanos. Enquanto ele achava que eu estava apenas preparando o jantar, eu absorvia cada informação sobre tendências de crescimento, áreas em valorização e oportunidades de investimento. Quando vendi as seis casas da Lagoa, obtive um lucro de cento e cinquenta por cento. Era mais dinheiro do que eu havia visto na vida toda. Mas ao invés de gastar com luxos ou facilidades, reinvesti cada centavo.