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Um jornalista do Maranhão publica em seu blogo uma série de notas informando, objetivamente, que o ministro Flavio Dino, do Supremo Tribunal Federal, usou um carro do Tribunal de Justiça do Maranhão para transportar a família dele. Para provar o que afirmava exibiu documentos e fotos e construiu textos objetivos, sem adjetivação. Em vez de interromper o uso do carro ou apenas se explicar, o ministro Flavio Dino escolheu o caminho que passa pela demonstração de força ou de covardia do Estado. Ele acionou a Policia Federal acusando o jornalista de praticar “stalking”, ou seja, de perseguição. A Procuradoria Geral da Republica concordou com o ministro, o caso foi parar nas mãos de Cristiano Zanin, que poderia ter derrubado o exagero, mas preferiu lavar as mãos, redistribuindo a ação. Quando chegou a Alexandre de Moraes, ele determinou uma operação de busca e apreensão contra o jornalista. Abertos os dados, a Polícia Federal eventualmente descobrirá a fonte de informação sobre o uso do automóvel pela família de Flavio Dino, o que é um escândalo. O caso abre uma discussão importante envolvendo liberdade de imprensa. Os jornalistas estão proibidos de cobrir os atos dos ministros do Supremo? Só se pode elogiar? Cadê a sociedade livre em que a imprensa apura e publica o que apurou, ainda que sobre um togado poderoso? O jornalismo não existe para agradar os governantes, mas para dar informações de interesse público aos governados. Alguém discorda que a suspeita de uso indevido de carro oficial é de interesse público?