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Venha fazer parte do meu curso Simplificando o Parto: https://drajulianafisio.kpages.online... Relato do meu parto natural a jato Olá, mulher! 🌸 Era dia 14/06/22 quando fiz as últimas provas do 5º semestre de medicina, fiquei muito emocionada por finalmente acabar todas as minhas tarefas acadêmicas e poder finalizar os últimos detalhes para a chegada do Davi. E no dia 17/06/22 (sexta-feira) notei que perdi um líquido claro que não saiu em grande quantidade e não possuía nenhum cheiro característico, o que me deixou na dúvida se era ou não líquido amniótico. Sendo assim, resolvi observar… E novamente o líquido saiu um pouco mais, e depois molhou as minhas pernas e continuou saindo insistentemente. Resolvi avisar para a minha enfermeira obstétrica Mariana @aurora.enfobstetras e minha obstetra @draangelicameneses. Logo, Mari foi até a minha casa me avaliar e constatou que era de fato líquido amniótico. Isso significava que a minha bolsa estava rompida, mas parecia ser uma ruptura não tão grande visto que o líquido saía aos poucos. Além disso, ela avaliou o meu colo do útero e verificou que ele estava amolecido mas fechadinho. Por isso, a conduta inicial era aguardar e ver se outros sinais apareceriam… No meu parto anterior eu não dormi bem a noite e tive um dia inteirinho em trabalho de parto, o que me deixou muito esgotada para viver todo o processo. Então sabia que dessa vez precisaria fazer diferente! Resolvi dormir bem, afinal, Davi não precisava nascer no sábado, ainda podíamos aguardar o tempo dele. Mas minha intuição me dizia que algo aconteceria naquela noite… Fomos dormir tranquilos e a partir da 01:30 da manhã fui acordada de hora em hora por algumas contrações pouco dolorosas, mas logo pegava no sono novamente e seguia dormindo. Até que às 05:30 percebi que elas estavam mais frequentes e já não consegui dormir tão bem mais… As 06:30 eu e meu marido levantamos, ele preparou o nosso café da manhã e eu já estava sentindo as contrações mais intensas. Então, a partir das 07:40 resolvi começar a registrar as contrações no aplicativo para eu entender o quão próximas estavam uma das outras… Ao registrar percebi que estavam vindo duas contrações efetivas em 10 minutos, então resolvi ir para o chuveiro para aliviar um pouco. Mas elas só se intensificaram e eu percebi que estava de fato na fase ativa do trabalho de parto. Consegui com muita dificuldade sair do box e ligar para a Mari vir me avaliar. Nessa fase as contrações já estavam muito fortes e eu usava tudo o que sabia sobre técnicas de respiração, posições e mentalizações para lidar com a dor. Além disso, o chuveiro e as massagens aliviavam a dor e me ajudavam a passar por cada “onda” de contração. A Mari fez o exame de toque e identificou que eu estava com a dilatação de 5 para 6 cm, mas com o colo bem fininho e o Davi bem baixinho. Nessa hora eu achei que não conseguiria ir para o hospital que eu havia escolhido, as contrações estavam muito intensas e teria que “encarar” 20 min sentada dentro do carro. Mas respirei fundo e decidi que iria… Ao entrar no carro pedi ao meu marido que evitasse conversar comigo porque eu precisava me concentrar, o meu objetivo era utilizar técnicas de respiração e mentalização para lidar com as dores. Afinal, sentada na poltrona do carro e presa ao cinto de segurança eu não conseguiria fazer muita coisa. Saber como fazer tudo isso foi transformador! Além de lidar com a dor bem melhor eu consegui uma evolução inacreditável do meu trabalho de parto. Para isso, fui o caminho todo de olhos fechados, respirando da forma correta e buscando meditar. Consegui um ótimo nível de concentração que me permitia até mesmo não gritar durante as contrações, porque eu sentia que quando eu gritava a dor piorava muito e eu me desesperava. Foram quase 20 minutos de trajeto e quando estava quase chegando ao hospital, senti que ao final de cada contração vinha uma vontade de fazer uma força… Senti que meu corpo me pedia para completar a força que meu útero estava fazendo, era uma vontade que me trazia até um certo nível de prazer, as contrações já não estavam tão dolorosas quanto antes. Quando o carro parou na porta da emergência obstétrica, senti que Davi desceu e que ele estava de fato quase saindo. Eu me lembro que naquela hora tive medo de ter o meu filho dentro do carro e pensar em sair dali era quase impossível, mas o meu marido e a Mari me encorajaram e eu consegui passar para uma cadeira de rodas. (CONTINUA NO COMENTÁRIO)