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A primeira sesmaria registrada na região data de 1596, mas acredita-se que o povoado só foi oficialmente fundado a partir de 1613, com o recebimento de uma sesmaria por Cristovão da Rocha. Em 1636, foi elevada à Vila de São Francisco e no final do século XVII passou a ser chamada de Penedo do Rio São Francisco. A origem da Cidade de Penedo-AL é repleta de incertezas, a exemplo de cidades lendárias (Roma e Antenas) Os melhores nomes da Historiografia alagoana trazem informações contraditórias sobre data de sua fundação. TÓMAS ESPÍNDOLA, MORENO BRANDÃO, DIÉGUES JÚNIOR, JOÃO CRAVEIRO COSTA e JOSÉ PRÓSPERO DA SILVA CAROATÁ, cada qual se insere numa corrente e tem a sua versão. ABELARDO DUARTE defende que o fato se deu nos idos de 1535. WERTHER VILELA BRANDÃO afirma não haver nenhuma documentação comprovando o aparecimento do burgo no século XVI. O espaço geográfico, que é o maior centro de arte barroca e neoclássica do Estado de Alagoas, foi Povoado Penedo do São Francisco, Vila de São Francisco (1636), Vila Maurícia (1637), Vila Penedo e Vila São Francisco (ambas até 1680), Vila do Penedo do Rio São Francisco (1700), e, finalmente, Cidade de Penedo (1842), sinônimo de pedra e de rocha, cujo topônimo é em razão do grande penedo sobre o qual se assenta. A ORIGEM: Tudo começou em 1501, quando o navegador AMÉRICO VESPÚCIO na expedição que também era comandada por ANDRÉ GONÇALVES, em viagem de inspeção ao continente, descobre a foz de um rio e em homenagem a São Francisco de Assis (festejado naquela data de 04 de outubro de 1501), foi denominado de Rio São Francisco, milenarmente conhecido pelos indígenas como “Opara dos Caetés” (Rio-Mar), pois na imaginação dos nativos o rio era tão grande quanto o mar. Porta de entrada para o interior, para o grande sertão, veículo de civilização e cultura do nosso povo. No ano de 1502, a Europa já ouvia falar sobre o Rio São Francisco através da Carta Geográfica de ALBERTO CANTINO, despertando interesse para suas minas de ouro e prata. Em 1532, DUARTE COELHO PEREIRA, recebeu por determinações do El-Rei de Portugal, Dom JOÃO III, o comando da frota encarregada de afastar os franceses do litoral brasileiro. Em 10/03/1534, D. JOÃO III (aclamado (13º) Rei de Portugal em 19/09/1521), tornou concreto o seu plano, criando no Brasil as Capitanias Hereditárias. Na divisão, pelo Foral de 24 de outubro de 1534, coube ao fidalgo português DUARTE COELHO PEREIRA a doação equivalente a 60 léguas de litoral, região da Capitania de Pernambuco (Nova Lusitânia), situada entre o Rio Igaraçú (Recife) e o Rio São Francisco, Dentro desse contorno geográfico, estava uma futura povoação, hoje Cidade de Penedo. Em 09/03/1535, DUARTE COELHO PEREIRA tomou posse da Capitania, quando desembarcou num dos principais ancoradouros litorâneo, na Ilha de Itamaracá (Pernambuco Velho), às margens do Rio Santa Cruz, na região do “Sitio dos Macacos” (Núcleo de Povoamento fundado em 1516). Não tão distante dali, numa Feitoria Regia (usada para o tráfico de pau-brasil), toda Comitiva se abrigou em uma fortaleza de madeira, ocorrendo a posse do primeiro donatário, estando ele acompanhado de sua esposa Dona BRITES (BEATRIX) DE ALBUQUERQUE (filha de Lopo de Albuquerque e de D. Ana de Bulhões, nascida em 1517 Portugal e falecida em 1584 Brasil), do cunhado JERÔNIMO DE ALBUQUERQUE. e do companheiro de jornada das Índias AFONSO GONÇALVES, o qual ficou incumbido de erigir a Vila de Igaraçú. Julgando o local não ser adequado para resistir a possíveis ataques indígenas, corsários e outros inimigos, o Donatário seguiu na direção Sul e localizou a Aldeia Indígena de Marim dos Caetés, local de grandes conflitos pela posse das terras e que se constituiu na Vila de Olinda. Em 12 de março de 1537, DUARTE COELHO PEREIRA enviou ao rei de Portugal, D. JOÃO III, o Foral, carta de doação que descrevia todos os lugares e benfeitorias existentes na Vila de Olinda. Já no Foral datado de 27/04/1542, DUARTE COELHO PEREIRA relata sua viagem de exploração da Região Sanfranciscana,