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Créditos: Conceito: Padrão Produção: tuff Agency Realização: Shaun Michael & João Moura de Paiva Edição: Shaun Michael Fotografia de Cena: Beatriz Sequeira Som: Jean Richard Captação: tuff Estúdios Mix e Master: João Moura de Paiva @ tuff Estúdios FOLLOW SUBTIL https://bit.ly/subtil-no-spotify https://bit.ly/subtil-no-instagram https://bit.ly/subtil-no-youtube BOOKING booking@tuff.pt LETRA ajudei pessoas que nunca mais vi a tromba Marcas das facadas de uma festa arromba a bater nos 30 até aos 40 não conta consciência limpa, o beef é com os bofias da ronda nao vou falar de crime o crime fez-me ter inimigos a rua deu-me asas mas como é que tu calças dois pés partidos ? Cuidado com os Jacarés O rio corre nos dois sentidos E tu Não intimidas ninguém com essa cara de poucos amigos A vida tem-me dado provas Que sem guita não provas nada Uma prova dos 9 Que comprova que andei na escola errada Sempre dei provas, rimas novas, mais uma jornada Alvará Pra obras faço a minha própria estrada Passo noites a fazer massa como um servente Tu só dás passas e és daqueles que passas fácil por serpente Por mais que tente olhar pra fora o bom sai dentro Talento? ainda agora germinei a semente Levei tempo, mas mais vale tarde que nunca Nunca o tempo me tinha respondido a tanta pergunta O tempo disse junta as peças do puzzle Muitos pararam no tempo e vem com conversas de hustle Riram-se dos meus fracassos Tudo o que eu tinha em pedaços Deram tempo ao tempo com o tempo seguiram os meus passos Eu não vim fazer as pazes sei que a morte me espera Ainda há terra por conquistar manda os rapazes pra guerra É QUE EU EStou em dia mon frere nem precisa puxar ferro É a energia que puxa todas as forças que houver Em sintonia uma sinfonia no parque Mayer Em homenagem de quem mal me queira e mal me quer Cá vos espero, a ti aos teus, ao clero Até que vosso Deus me enterre a sete palmos da terra Venha quem vier, eu só paro quando quero o viver a tentar nunca foi morrer à espera Nunca foi acabar pregado na rua que viu crescer Tipo que nunca fui ninguém até a bófia me conhecer Tipo vai haver sempre alguém com algo para dizer NO jogo do quem é quem, quem é o primeiro a perder Eu tive que virar o capítulo Teimoso de mais para ter quadrados no meu círculo Ambicioso de mais para, parar de encher currículo Não compares a minha vida Com a tua corrida ao título A minha força de vontade Com os cavalos do teu veículo É que eu vim a pé Na fé que ia encontrar boas pessoas Só tiros no pé Só vampiros à minha volta e eu que tenho ma fé Todos a querer que eu feche loja, arrume o estaminé né? Né que estão enganados Tenho a mesma fome que um grupo de de 10 esfomeados meti a minha droga a bater em várias cidades E todos sabem que quando eu cuspo é chocolatebars Amargo como chocolate preto Meu lado dark o teu olhar de medo O fundo poço pra quem confunde O doce com azedo Pra quem confunde o Azul que eu cuspo Com esse verde O meu não dormir com o teu acordar cedo Não desisto assim que sinto sede A fome não me dá sossego Falo com uma parede coisas que não percebo É como tocar em coisas que eu devo Ir onde nunca fui só com o que escrevo