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⚠️ Assista até o fim e tire suas próprias conclusões... 🔔 Se inscreva no canal para mais histórias 👍 Deixe seu like e compartilhe para fortalecer o conteúdo e ajudar a espalhar esse relato. Era março do ano 2000. Eu era cabo técnico de comunicações no Exército do Chile, lotado no norte do país, próximo à Cordilheira dos Andes. Meu nome é Carlos Mendoza, e por vinte e três anos mantive silêncio sobre o que aconteceu naqueles três dias no deserto do Atacama. Agora, com a aposentadoria chegando e a consciência pesando, decidi que é hora de contar a verdade. Tudo começou numa tarde de terça-feira, quando o sol ainda batia forte no quartel de Calama. Eu estava terminando a manutenção dos equipamentos de rádio quando o sargento Ruiz irrompeu pela porta da sala de comunicações, com aquela expressão que eu já conhecia há cinco anos de serviço — algo estava muito errado. "Mendoza, largue isso agora. Você tem quinze minutos para se equipar. Missão classificada." Não era comum recebermos ordens assim, do nada. Normalmente, missões especiais eram programadas com antecedência, briefings eram realizados, protocolos eram seguidos. Mas ali estava eu, quinze minutos depois, dentro de um caminhão militar junto com outros seis soldados, todos igualmente confusos, sendo transportados para o meio do nada. A primeira coisa estranha foi o equipamento que nos fizeram carregar. Além do armamento padrão e dos rádios de comunicação, recebemos trajes NBQ completos — aqueles macacões prateados que usávamos apenas em treinamentos contra armas químicas. Também levamos câmeras térmicas portáteis, equipamentos de contenção que eu nunca havia visto antes, e várias caixas seladas com símbolos de radiação impressos nas laterais. O sargento Ruiz, que normalmente era um livro aberto conosco, estava calado como uma pedra. Quando perguntei sobre o destino, ele apenas apontou para o norte e disse: "Vocês vão saber quando chegarmos lá." O trajeto durou quase três horas. Saímos da estrada pavimentada e entramos numa trilha de terra que parecia não ter fim. O deserto do Atacama se estendia ao nosso redor como uma paisagem marciana — árido, silencioso, hostil. O sol estava se pondo quando finalmente paramos, e o que vi me fez questionar se estava sonhando. Uma base militar improvisada havia sido erguida no meio do nada. Tendas militares, geradores de energia, antenas de comunicação, veículos da Força Aérea chilena e, mais estranho ainda, dois jipes com placas diplomáticas americanas. Soldados corriam de um lado para o outro carregando equipamentos que eu não reconhecia. Luzes artificiais iluminavam uma área circular de aproximadamente cem metros de diâmetro, onde algo estava sendo escavado...