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Neste corte, Rodrigo Constantino, Silvio Navarro, Frederico D’Ávila e o deputado Luiz Philippe comentam a repercussão da apuração sobre o suposto vazamento envolvendo a família de Alexandre de Moraes e as medidas aplicadas a servidores da Receita Federal. O ponto central do debate é o contraste entre o que teria sido acessado e a resposta do STF: segundo informação citada no programa, os dados consultados da esposa de Moraes foram apenas cadastrais (nome, CPF e data de nascimento), sem acesso a declaração de IR ou detalhes financeiros, mas mesmo assim os servidores ficaram sujeitos a medidas cautelares severas. A conversa começa destacando a revelação atribuída ao UOL: o acesso ocorreu em agosto de 2025, em Santos (SP), e já teria gerado procedimento interno na Receita. Ainda assim, os quatro servidores investigados passaram a usar tornozeleira eletrônica, tiveram passaportes cancelados, foram afastados e ficaram proibidos de acessar sistemas. Para Navarro, se houve irregularidade, a punição deve ocorrer, mas com devido processo. O problema, segundo ele, é a sensação de condenação prévia, com exposição de nomes e impacto direto na vida das famílias, antes de comprovação definitiva. Navarro sustenta que a reação parece desproporcional quando comparada ao tipo de dado descrito como acessado, e volta à crítica que aparece em outros cortes: a tentativa de “pegar o mensageiro” em vez de enfrentar o conteúdo que virou notícia. Ele menciona o contrato de R$ 129 milhões ligado ao escritório da família de Moraes e ao Banco Master como elemento que elevou a tensão política, e questiona se o foco passou a ser punir quem chegou na informação, e não esclarecer por que a informação existe. Frederico D’Ávila amplia o tema para uma crítica de liturgia e credibilidade institucional. Ele comenta que, na visão dele, ministros de cortes superiores deveriam preservar postura e limites de função, e usa exemplos citados no debate para argumentar que a autoridade se perde quando o comportamento público e as disputas internas passam a parecer “política de bastidor”, não Justiça. Ele também retoma a ideia de que o Estado brasileiro se tornou um aparato grande e intrusivo, com excesso de controle sobre a vida do cidadão, enquanto falta contenção quando o assunto envolve o topo do poder. Com a presença do deputado Luiz Philippe, o debate aponta para o problema estrutural dos freios e contrapesos. A leitura apresentada é que, sem reação efetiva do Legislativo e sem mecanismos claros de responsabilização, decisões judiciais e investigações acabam sendo conduzidas com margem ampla, gerando insegurança jurídica. O grupo sugere que esse ambiente alimenta a crise de confiança, inclusive dentro do próprio STF, onde já circulam relatos de desconfiança interna e vazamentos de bastidor. No conjunto, o corte discute se houve ou não irregularidade, mas principalmente questiona a proporção da resposta e o efeito político do caso: um país em que dados cadastrais viram caso de tornozeleira, enquanto temas mais sensíveis, como contratos milionários e possíveis conflitos de interesse, seguem disputados no terreno da narrativa. Inscreva-se no canal e comente: as medidas contra os servidores foram cautela necessária ou exposição para intimidar? E, no fim, o Brasil vai discutir o vazamento ou o conteúdo que ele revelou?