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Nesta aula da Universidade Livre SOBRAPA, a Coordenação SOBRAPA promove uma reflexão clínica, ética e teórica sobre o tema “O ato psicanalítico: teoria, transferência e intervenção”, a partir do Seminário 15 de Jacques Lacan, em um encontro voltado especialmente à formação de psicanalistas e ao rigor do fazer clínico. A aula introduz o Seminário O ato psicanalítico, situando-o no percurso da obra lacaniana como um texto dirigido diretamente aos analistas, no qual Lacan interroga o que é ser analista e qual a lógica que orienta uma análise. O ato é apresentado não como técnica ou procedimento repetível, mas como uma intervenção singular, capaz de produzir uma ruptura e alterar o destino subjetivo do analisante. Parte-se da distinção fundamental entre ação e ato. O ato psicanalítico não se confunde com respostas automáticas ou adaptações comportamentais. Ao contrário, ele se inscreve no intervalo entre estímulo e resposta, lugar em que o inconsciente opera como cadeia significante. Nesse ponto, a aula aborda a crítica de Lacan ao modelo do arco reflexo, recusando explicações mecanicistas do psiquismo e afirmando que a teoria psicanalítica serve para orientar decisões clínicas singulares. Outro eixo central da aula é a reformulação lacaniana da transferência. Longe de ser compreendida apenas como repetição de relações infantis ou como resistência, a transferência é apresentada como a encenação do inconsciente no laço analítico. É nesse campo que o desejo se atualiza como ato, exigindo do analista uma posição ética e uma leitura precisa do momento da intervenção. A Coordenação SOBRAPA articula o ato psicanalítico aos conceitos de sujeito dividido, fantasma e objeto a. O ato toca a cena fantasmática, incide sobre a posição do objeto causa do desejo e possibilita uma passagem subjetiva. Trata-se de um ponto de virada, no qual algo do gozo é deslocado e o sujeito pode se reposicionar frente ao seu desejo. A aula enfatiza que o ato psicanalítico não visa normalizar, adaptar ou corrigir o sujeito, mas produzir uma transformação estrutural. Cada ato é único, não programável, e depende da leitura clínica, da transferência e da posição do analista. Nesse sentido, a teoria não antecede o ato como manual, mas o sustenta como bússola ética e clínica. 📌 Temas abordados na aula: • O Seminário 15 de Lacan e o percurso do analista • Diferença entre ação e ato psicanalítico • Crítica ao arco reflexo e ao mecanicismo • O inconsciente no intervalo entre estímulo e resposta • Transferência como encenação do inconsciente • Ato, desejo e sujeito do suposto saber • Objeto a, fantasma e sujeito dividido • A função da teoria na orientação da clínica • O ato como ruptura e transformação subjetiva ✨ Esta aula integra o percurso formativo da Universidade Livre SOBRAPA, reafirmando o compromisso com uma psicanálise rigorosa, ética e profundamente articulada à prática clínica, voltada à formação séria de analistas e à leitura contemporânea do sofrimento psíquico. 👉 Associe-se à SOBRAPA e participe das aulas, supervisões e rodas de conversa: https://forms.gle/hn4oarn1k5rEdP4B6 📲 Informações e contato: (12) 99139-4270 (WhatsApp) #Psicanálise #Lacan #AtoPsicanalítico #ClínicaPsicanalítica #FormaçãoEmPsicanálise #SOBRAPA #UniversidadeLivreSOBRAPA #Transferência #Desejo