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O que aprendi em 33 vídeos (e por que segui em frente) Aqui você faz um “diário de bordo” do seu desafio: gravar um vídeo por dia até completar 100, mas só publicar depois que todos estiverem gravados. Você conta que decidiu isso há 30 dias e já está no vídeo 33 (adiantado), e usa esse marco de “1/3 da meta” pra refletir sobre o processo, as decisões que tomou e o que percebeu sobre você mesmo gravando. Você dá contexto da sua trajetória: começou no Instagram com parentalidade/educação, conseguiu viralizar, mas sentiu que não era o nicho. Você queria mais profundidade e mais liberdade temática, e no YouTube você se vê falando de hábitos, mentalidade, carreira/empreendedorismo. A virada vem quando você percebe uma auto-sabotagem: você estava justificando por que “o outro consegue” (mentor grava 1 vídeo/dia porque “só faz isso”), e percebe que isso é exatamente o tipo de desculpa que você não quer usar. Aí você decide: “então eu vou ser o cara que grava todos os dias”. Decisões que você relata Você mudou a meta de 66 vídeos (baseado na ideia de que hábito leva em média 66 dias) para 100 vídeos (número mais redondo + influência do argumento de que depois de 100 vídeos você nota melhora). Você decidiu que o vídeo 100 será o primeiro a ser postado. Você decidiu não colocar seus “talking heads” dentro do canal Família Antifrágil; quer um canal próprio (ainda sem nome definido). Você decidiu organizar o conteúdo por playlists/temas: hábitos e produtividade; mentalidade; empreendedorismo/carreira (com liderança orbitando). E percebe que talvez exista uma quarta playlist de “experiências/relatos” (vídeos que não ensinam, só mostram você e sua vida). Percepções e descobertas do processo Você percebeu que consegue gravar até dois bons vídeos por dia — e que o segundo sai melhor porque você já está “aquecido”. Cogita acelerar a gravação pra terminar em cerca de dois meses e deixar um mês extra pra organizar capa/título/edição. Você descobriu preferências de gravação: gosta da cozinha, de gravar “de lado” como conversa, e de ter uma caneta na mão (marca pessoal + ajuda com as mãos). Você comenta ferramentas e aprendizados de YouTube: menciona VidIQ como útil e reforça a importância de thumbnail + título + harmonia com SEO. Você descobre que curte fazer thumbnails no Canva e quebra um preconceito (“isso não é pra mim”), percebendo que repetição gera gosto e competência. Você começa a estudar “arco da história”/estrutura de roteiro, mas admite que ainda não incorporou. Você percebe que gravar de manhã funciona melhor (energia, foco, força de vontade). Você descobre que editar cansa muito em vídeos longos e decide tender a um estilo com mínima edição (mais “cru”, mais real). A virada final: “não é desafio, é caminho” Você faz um trecho bem honesto sobre como a gente estraga coisas boas chamando tudo de “desafio” e começando a procurar defeito no que ama. Você puxa exemplos (trabalho, relacionamento, gratidão pela Talita) e transforma isso num manifesto: valorizar o que está funcionando e agradecer por poder fazer o que você gosta. CTA surpresa: “clube” no WhatsApp Você fecha com um convite: criar uma comunidade grande no WhatsApp, gratuita, pra receber feedback, ideias de vídeos e construir uma “gangue”/grupo de pessoas que querem crescer. Você brinca com a ideia de filtrar com o tempo, manter os mais engajados e criar um senso de pertencimento (“clube da luta”, “dominar o mundo juntos”), e diz que seu objetivo é ganhar dinheiro com AdSense/YouTube e ter essa base desde o começo. No fundo, o vídeo é menos “lições técnicas” e mais um vídeo de identidade: você mostrando quem é, o que está construindo e chamando gente pra caminhar junto.