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Nascido no Rio de Janeiro em 20 de julho de 1958, Pedro Amorim inicia seu aprendizado de bandolim em 1978, como autodidata. Em 1983 profissionaliza-se músico instrumentista (bandolim, violão tenor, cavaquinho, banjo e violão ) e grava o primeiro disco como integrante do grupo Nó em pingo d’água: o LP João Pernambuco / 100 anos, editado pela Funarte. Em 1984 acompanha Elizeth Cardoso em temporada de dois meses Golden Room Copacabana Palace, com produção de Hermínio Bello de Carvalho. Em 1986 vai pela primeira vez à Europa, ao lado de Maurício Carrilho e João de Aquino, realizando espetáculos em Paris, Poitiers e Nancy, durante três meses. Em 1988 volta a Paris e, junto com a cantora Teca Calazans e um quarteto formado por músicos franceses – Jean-Charles Capon (violoncelo), Jean-Christophe Hoarau (violão) e Yannick Le Goff (flauta) – viaja por toda a França durante dez meses, sempre tocando música brasileira. Voltando ao Brasil, continua realizando espetáculos e gravações até que, em 1991, vai pela primeira vez ao Japão, liderando o grupo formado por Maurício Carrilho, Luiz Otávio Braga, Marcos Suzano e Paulo Sérgio Santos, e apresentando a cantora Itamara Koorax. Uma nova turnê acontece no ano seguinte, quando se apresenta em outras cidades japonesas. Em 1993 interpreta a Suíte Retratos, de Radamés Gnattali, como solista da Orquestra Sinfônica Nacional no Teatro do UFF. Depois é convidado para tocar banjo com a Orquestra Petrobras, na peça Rapsody in blues, de Gershwin, tendo Wagner Tiso como solista. Ainda em 1993, volta a Paris para gravar o CD O Trio, ao lado de Maurício Carrilho e Paulo Sérgio Santos. Em 1994 este disco é lançado no Brasil pelo selo SACI e ganha dois prêmios Sharp de Música: melhor CD e melhor grupo instrumental do ano. Também em 1994 lança na Europa e no Brasil o CD Pedro Amorim toca Luperce Miranda. Em 1997, com a pianista Maria Teresa Madeira, lança pelo selo Kuarup o cd Sempre Nazareth. Durante sua carreira Pedro Amorim tem feito trabalhos de pesquisa sobre a música brasileira e tocado ao lado de grandes músicos e intérpretes do Brasil e de outros países. Participou de shows e gravações com Elizeth Cardoso, Chico Buarque, Francis Hime, Paulo César Pinheiro, Hermínio Bello de Carvalho, Dona Ivone Lara, Zezé Gonzaga, Zezé Motta, Mônica Salmaso, Zé Renato, Altamiro Carrilho, Joel Nascimento, Turíbio Santos, Paulo Moura, Moacyr Luz, Mestre Marçal, Moreira da Silva, Jamelão, entre tantos outros. Participou de concertos com o consagrado pianista japonês Yosuke Yamashita, no Teatro Municipal de São Paulo e no Golden Room do Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. É também compositor e parceiro de Paulo César Pinheiro, Wilson Moreira, Nelson Sargento, Maurício Carrilho e Délcio Carvalho. Em 1998 dirigiu e tocou no Projeto Revendo o Opinião (que reinaugurou o Teatro de Arena de Copacabana), participou de shows e discos de vários artistas como Moacyr Luz, Olívia Hime, Nana Caymmi, Caetano Veloso e Chico Buarque, este último no espetáculo-homenagem Chico Buarque de Mangueira apresentado no Canecão do RJ e no Palace em SP. Em agosto de 2000 voltou ao Japão para lançar o CD Arranca-toco, gravado junto com Maurício Carrilho, Jorginho do Pandeiro e Nailor Proveta. Em 2001 foi responsável pela produção do primeiro CD de Seu Jair do Cavaquinho – importante compositor da Velha-Guarda da Portela – e a gravação de seu disco autoral Violão Tenor, totalmente dedicado a esse instrumento. No mesmo ano esteve na Dinamarca participando do Copenhagen Jazz Festival ao lado de Luciana Rabello, Celsinho Silva, Proveta e Maurício Carrilho. Tem participado, de tempos em tempos, em eventos didáticos no Brasil e em outros países como o Japão, onde esteve em 2004 e em 2005, lançando o CD Os Cinco no Choro, concebido e gravado especialmente para a divulgação do choro naquele país. Em 2008, com o quarteto Samba de Fato e a cantora Cristina Buarque, lançou O samba informal de Mauro Duarte, cd duplo em homenagem ao sambista. Participou também do Festival África y su Diáspora, em Cuba. No mesmo ano esteve ainda em Montpellier, na França, tocando no Festival Mandolines de Lunel. No ano seguinte participou do festival World Out Games em Copenhague, na Dinamarca. Em 2010 lançou, junto com o violonista Caio César e o cavaquinista Alessandro Valente, o cd Saudades de Princesa, que homenageia o violonista e compositor Canhoto da Paraíba. Com esse trabalho, o trio arrematou em 2011 o Prêmio da Música Brasileira, na categoria de Melhor Grupo Instrumental. É um dos professores fundadores da Escola Portátil de Música, que ensina música através da linguagem do choro para mais de mil alunos no Rio de Janeiro. Em 2017, Pedro Amorim criou a trilha sonora para o espetáculo teatral Livramento conta Cascudo e lançou também seu décimo disco, o CD Voz Nagô, trabalho em que mostra seus afro-sambas compostos em parceria com o letrista Paulo César Pinheiro.