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♪ Siga Edu Krieger nas redes sociais: / edukriegeroficial / edukrieger ♪ Ouça no seu aplicativo de música favorito e salve na sua playlist: https://tinyurl.com/y4lsaqe9 ♪ Em homenagem ao São João, a Orquestra Sinfônica da Bahia fez uma celebração especial, desta vez no formato virtual. Edu Krieger atualizou o sucesso "Esperando na janela" para os tempos de pandemia, interpretado pelo mestre Gilberto Gil! Ouça! #fiqueemcasa #edukrieger #gilbertogil #parodia ♪ Esperando na Janela (Targino Gondim/Manuca Almeida/Raimundinho Do Acordeon) Arranjo: Marcelo Caldi Paródia: Edu Krieger Cantor: Gilberto Gil Músicos: Priscila Rato e Francisco Roa (violinos), Serghei Iurcik (viola), Ygor Ghensev (violoncelo), Gabriel Couto (contrabaixo), Andrea Bandeira (flauta), Carlos Prazeres (oboé), Pedro Robatto (clarineta), Jean Marques (fagote), Dayanderson Dantas (trompa), Joatan Nascimento (trompete), Marcelo Caldi (sanfona), Gilberto Santiago (zabumba) e Humberto Monteiro (triângulo). ♪ Sobre Edu Krieger Edu Krieger é um dos maiores compositores da atualidade. Desde o lançamento do primeiro disco, em 2006, emplacou dezenas de sucessos, nas vozes de Maria Rita (“Novo amor”, “Maria do Socorro” e “Ciranda do mundo”), Ana Carolina (“Combustível”, “Pra tomar três”, “Resposta da Rita”, “Esperta” e “Libido”), Roberta Sá (“Novo amor”), Maria Gadú (“No pé do vento”), Teresa Cristina (“Guardo em mim”), além de Pedro Luís e a Parede, Casuarina, Ara Ketu, Falamansa, Pedro Miranda, Ryta de Cássia, Sururu na Roda, Moyseis Marques, Silvia Machete, Trio Nordestino, Bangalafumenga, Aline Calixto e vários outros. Atualmente, é roteirista de humor de programas da TV Globo como Zorra, Tá No Ar, Escolinha do Professor Raimundo e Fora de Hora. É diretor musical do programa Lady Night, com Tatá Werneck. Tem lançado com frequência em suas redes socias paródias críticas sobre temas gerais da atualidade, alcançando uma visibilidade entusiástica junto ao público. Entre o funk e a MPB Edu Krieger alcançou projeção mundial em 2014, ao criar um solitário protesto em forma de canção, “Desculpe, Neymar”, um samba seresteiro gravado em voz e violão, no qual critica a realização da Copa do Mundo no Brasil e o famigerado “padrão Fifa”. A música foi replicada em diversos vídeos no youtube, alcançando um total de quase dois milhões de visualizações, tornando-se uma espécie de hino anti-Copa. Edu foi entrevistado pelos principais meios de comunicação dos Estados Unidos, Europa e Japão. Ainda em 2014, lançou em seu canal a “Resposta ao funk ostentação”, que viralizou nas redes sociais e atingiu mais de um milhão de visualizações. Atualmente, o compositor se dedica a traduzir em seu violão o “batidão” do funk, aliado às cadências harmônicas da MPB, numa junção completamente original, que gerou elogios de vários críticos e músicos, com destaque para Caetano Veloso. Disponibilizou em seu canal algumas músicas que são fruto da nova pesquisa, “Xeque-mate” e “Bossa funk”. Conhecido pela versatilidade, entre sambas, forrós, cirandas, repentes, choros e baiões, Edu Krieger, na voz e no violão de sete cordas, transforma o show numa grande celebração ao legado da nossa MPB, embarcando ainda numa sonoridade contemporânea, em diálogo com tendências que variam do jazz ao drum n'bass, do carimbó aos ritmos do funk. Álbuns “Edu Krieger segue o leito da melhor música brasileira”, resume o crítico Mauro Ferreira. Seu primeiro álbum – “um dos trabalhos mais criativos chegados ao mercado”, conforme João Pimentel – foi premiado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte na categoria revelação da MPB e listado entre os dez melhores de 2006 pelo jornal O Globo. O segundo CD, “Correnteza”, de 2009, traz uma “ótima safra de doze faixas autorais”, afirma Mauro Ferreira, destaque para a canção-título, além de “Rosa de Açucena” e “Graziela”. Nesse álbum, Krieger “se revela um exímio descendente de Paulinho da Viola, ao equilibrar tradição e inovação nas harmonias e melodias delicadas, costuradas com uma poética forte” diz o crítico Luciano Almeida Filho. O álbum inclui participações especiais de Rildo Hora (“A mais bonita de Copacabana”) e João Donato (“Sobre as mãos”). Saiba mais: https://www.edukrieger.com