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O Bosque da Ciência é um espaço dedicado à divulgação cientifica, educação e lazer, que abriga uma vegetação florestal, animais da fauna amazônica de vida livre e atrativos para a visitação turística. Possui uma área de aproximadamente 13 (treze) hectares, e está localizado no perímetro urbano da cidade de Manaus, na Zona Central - Leste. O Bosque foi inaugurado em 1º de abril de 1995, pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA. No Bosque o visitante vai encontrar um ambiente de tranquilidade e relaxamento, inserido no meio da cidade, onde poderá aprender mais sobre a região amazônica, e vivenciar momentos de contato com a natureza. Fauna Livre: A vegetação do Bosque é florestal e composta por uma grande quantidade de espécies frutíferas, o que contribui para a manutenção de uma fauna de vida livre, composta de preguiças, cutias, macacos de 4 espécies, pássaros e uma infinidade de insetos. Sendo um ambiente natural, também podem ser encontrados alguns animais peçonhentos, como aranhas e cobras, e por isso é importante estar atento durante a visita e usar calçado apropriado. Peixe-Boi da Amazônia: O peixe-boi e o maior mamífero aquático de água doce. Pode medir até três metros e pesar até 450 kg. Existem três espécies de peixes-boi no mundo e o peixe-boi da Amazônia é o menor deles, não tem unhas na ponta das nadadeiras e vive exclusivamente em água doce. Peixes-boi possuem pêlos. Produzem leite e precisam de ar para respirar. Adultos conseguem ficar debaixo d’água por até 20 minutos, mais os filhotes, por terem um metabolismo rápido, precisam respirar com uma maior frequência. O período de gestação é de 12 meses, e o filhote fica com a mãe por mais de dois anos. Ariranhas: A ariranha é a maior espécie da família Mustelidae. Pode medir de 1,5 a 1,8 metros e pesar até 30 kg. Habitava quase toda a América do Sul, mas foi caçada indiscriminadamente pela sua sedosa pele que alcançava altos valores na indústria da moda. Por isso, ela quase desapareceu, mas com a proteção da lei, as populações desta espécie estão se recuperando na natureza. Comem principalmente peixes, mas podem se alimentar de outros animais, como caranguejos, répteis, algumas aves e pequenos mamíferos. Ela é uma nadadora excepcional, e possui uma cauda possante, achatada dorso-ventralmente que ajuda na propulsão do corpo. Tartarugas da Amazônia: O Centro de Estudos dos Quelônios da Amazônia – CEQUA é a união da pesquisa científica com a educação ambiental. O espaço é aberto aos visitantes do Bosque e abriga mais de 300 indivíduos em seus tanques e aquários, exibindo assim 15 das 18 espécies de quelônios existentes na Amazônia, entre eles, o matá-matá e a tartaruga albina. Ilha Tanimbuca: Este espaço se organiza ao redor da Tanimbuca (Buchenavia huberi), uma árvore de grande porte, que chega a atingir 45 m de altura, e que tem mais de 600 anos, o que retrata sua existência no tempo dos primeiros contatos dos europeus com o Brasil. A tanimbuca é uma árvore comum na região amazônica, e no Bosque ela nos lembra da importância da conservação ambiental, sendo a única remanescente da floresta primária que um dia havia ali. Ela dá nome à ilha, que contem ainda um córrego com espécies de peixes e quelônios. Visitação apenas por agendamento. Os ingressos diários são limitados e específicos para o período solicitado (manhã e tarde). O que ver: Viveiro das ariranhas – Tem couro marrom escuro, com uma mancha esbranquiçada no pescoço e no peito; Viveiros do Peixe-boi da Amazônia – mamífero encontrado em rios e lagos da Amazônia, que se alimenta de plantas aquáticas e semi-aquáticas; Casa da Ciência – Centro de visitação que aproxima as pessoas da ciência; Casa de madeira – modelo de residência construído a partir de madeiras amazônicas; Maloca – uma habitação indígena, onde pessoas de diversas etnias vendem artesanato; Ilha de Tanimbuca – consiste em um pequeno riacho onde se encontram peixes, quelônios e vegetação nativa; Trilha suspensa – passarela suspensa sobre um local de difícil acesso, que permite ao visitante uma visão panorâmica da fauna e flora aérea; Paiol da Cultura – Espaço para eventos culturais; Lago amazônico – Lago habitado por quelônios e peixes. É permitido alimentar os animais com ração especial vendida na sorveteria; Quelônios da Amazônia: Espaço de conservação de quelônios; CasaEco – protótipo de casa ecológica; Casas de rolos-resto – Com paredes construídas com resíduos conhecidos como rolos-resto ou roletes produzidos pelas fábricas de compensado; Viveiro dos jacarés – com três espécies de jacarés: Jacaré-açu, jacaré-tinga e jacaré-coroa. O jacaré-açu é o maior predador aquático da América do Sul; Viveiro do poraquê – abriga o poraquê, peixe que dá choques elétricos. Endereço: Av. Bem-Te-VI, s/n - Petrópolis, Manaus - AM, 69060-001 Horários: Terças aos Domingos, das 09:00 às 16:30 Instagram: @bosque.inpa #BosqueDaCiencia #PeixeBoi #Manaus #ManausAmazonas #ManausAM #Amazonas #AM #VEJA #DICAS #VEJA_DICAS #VEJADICAS