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LETRA Três e pouco… A cidade pisca, mas quem ilumina sou eu. Yeah. Na cidade de LED, eu viro clarão no breu Quem riu do meu passo hoje finge que entendeu Eu fiz do caos um endereço, da dor um troféu Meu som é cicatriz brilhando em céu de neon e fel Se a vida fecha a porta, eu viro a chave da mão Se o medo vira sombra, eu viro luz no pulmão Não é sorte, é corte, é sangue com visão Eu não peço espaço, eu crio a dimensão Eu vim do “quase”, do “um dia”, do “depois eu vejo” Do prato curto, do bolso oco, do sonho sem espelho Eu vi amizade por interesse, amor por carência Vi promessa virar poeira no sopro da ausência Mas eu fiquei de pé, feito antena no temporal Pegando sinal do futuro no meio do caos total Se a rua é professora, eu fui aluno exemplar Aprendi a perder pouco pra poder multiplicar Meu relógio não dá volta, ele dá sentença Cada minuto me cobra, eu pago com presença Eles querem meu brilho, mas fogem do incêndio Querem o troféu limpo sem passar pelo remendo Sente o grave chegando, como trem sem estação Quem não aguenta verdade chama isso de pressão Eu não discuto com vento, eu construo um furacão E deixo o resto falando sozinho no chão Na cidade de LED, eu viro clarão no breu Quem riu do meu passo hoje finge que entendeu Eu fiz do caos um endereço, da dor um troféu Meu som é cicatriz brilhando em céu de neon e fel Se a vida fecha a porta, eu viro a chave da mão Se o medo vira sombra, eu viro luz no pulmão Não é sorte, é corte, é sangue com visão Eu não peço espaço, eu crio a dimensão Olhar de vidro, coração de aço temperado Eu sorrio pouco, porque eu já vi sorriso armado Tem gente que abraça pensando em te medir Eu abraço a meta, e deixo o resto fugir Tô no modo “silêncio”, mas o resultado grita Meu nome vira eco quando a caixa ressuscita Eu não nasci pra caber na opinião de quem não tenta Minha calma é perigosa, minha fome é violenta No pescoço eu trago luz, na mente eu trago mapa E quando eu erro, eu aprendo, não faço drama, eu faço etapa Me chamam de frio, eu chamo de foco Eu não ganho do mundo, eu ganho de mim aos poucos Noite chama, eu atendo Se cair, eu levanto Se duvidar, eu aumento Vai… Luz na lente, mente quente, eu tô pronto pro ataque Eles querem meu lugar, mas não aguentam meu desgaste Eu faço rima virar lâmina, rascunho virar arte Corto a mentira no meio, tipo raio que reparte Corre, corre, sem pausa, minha vida é um motor Se a estrada é difícil, eu acelero com dor Eu não vim pra disputa de ego, eu vim pra vencer Quem fala que é fácil nunca tentou fazer acontecer Me olham de longe, calculam, mas não somam minha história Eu transformo cada queda em degrau pra minha glória Se a cena é um tabuleiro, eu mexo peça sem alarde Cheque-mate no silêncio, e eu saio antes que falem E quando a luz apaga, eu ainda vejo a rota Porque eu aprendi a ser farol quando a mente desmonta Eu já fui meu inimigo, meu juiz, minha prisão Hoje eu sou meu próprio exército, minha mão, meu chão Minha mãe rezou baixinho, eu ouvi no coração Meu pai não foi presença, então eu virei direção E se eu choro, é escondido, pra lavar o que pesou Depois eu volto pro beat, como quem nunca quebrou Na cidade de LED, eu viro clarão no breu Quem riu do meu passo hoje finge que entendeu Eu fiz do caos um endereço, da dor um troféu Meu som é cicatriz brilhando em céu de neon e fel Se a vida fecha a porta, eu viro a chave da mão Se o medo vira sombra, eu viro luz no pulmão Não é sorte, é corte, é sangue com visão Eu não peço espaço, eu crio a dimensão