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O Café Cultural conversou com o escritor Marden Marques Soares que constrói uma narrativa envolvente e sensível sobre memória, resistência e afeto em tempos de opressão, no livro “O Fio Que Liga Tudo”. Ele convida o leitor a mergulhar em uma trama que atravessa dois dos momentos mais sombrios do século XX: a Guerra Civil Espanhola e os Anos de Chumbo no Brasil. Com uma prosa fluida e sensível, ele reconstrói, por meio da ficção, histórias de coragem, dor e laços afetivos que desafiam o tempo e as fronteiras. Entre memórias e inventários afetivos, o autor apresenta personagens marcantes que transitam pela resistência política e pelos dramas cotidianos. É o caso de Florence Casajús, neta de espanhola exilada que cruza o Atlântico em busca do pai desaparecido, e Concepción (Conchita), sobrevivente da Guerra Civil Espanhola que se reinventa no Brasil. A história também acompanha o drama de uma mulher negra perseguida pela ditadura militar, e de Pedro Juan Casajús, figura-chave da família que simboliza a herança dos traumas e esperanças. A obra ainda percorre cenários como Barcelona, Fortaleza e Brasília, revelando camadas da história coletiva por meio de vivências individuais. Todas as trajetórias dos personagens se entrelaçam por meio de gerações, revelando os impactos das ausências e os vínculos forjados na adversidade. O fio que dá nome à publicação é também metáfora da conexão invisível que une vidas e tempos distintos, mostrando como certos valores sobrevivem mesmo sob ameaça. Após se destacar com Parábolas da Borboleta e outras histórias, o autor reafirma seu talento ao unir documentação histórica e delicadeza literária. O romance emociona e provoca, tocando em feridas sociais ainda abertas e celebrando a esperança como força de continuidade.