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Em Evangelho de Mateus 5:32, Jesus diz: “Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, exceto por causa de prostituição, a faz adulterar; e aquele que casar com a repudiada comete adultério.” E em Evangelho de Lucas 16:18: “Qualquer que deixa sua mulher e casa com outra adultera; e aquele que casa com a repudiada pelo marido também adultera.” Já em Evangelho de Marcos 10:11-12, não aparece exceção: “Quem deixar sua mulher e casar com outra comete adultério contra ela.” E quando questionado sobre o divórcio, Jesus remete ao princípio da criação em Livro de Gênesis 2:24, citado por Ele em Mateus 19: “O que Deus uniu não o separe o homem.” Ou seja, o padrão original é aliança permanente. Alguns argumentam usando Primeira Epístola aos Coríntios 7, onde Paulo fala sobre abandono por parte do descrente. Porém, ali o texto diz que o irmão “não está sujeito à servidão” — não afirma explicitamente autorização para novo casamento enquanto o cônjuge vive. Já em 1 Coríntios 7:10-11, Paulo reforça: “A mulher não se aparte do marido; se, porém, se apartar, que fique sem casar ou que se reconcilie.” E em 7:39: “A mulher está ligada pela lei todo o tempo que o seu marido vive.” Portanto, dentro de uma leitura literal e estrita das palavras de Jesus, quem se casa com alguém divorciado cujo cônjuge ainda vive está entrando numa condição que o próprio Cristo chama de adultério. A Bíblia não apresenta um texto dizendo claramente: “É permitido novo casamento enquanto o primeiro cônjuge vive”, de forma direta e inequívoca. O que existem são interpretações teológicas sobre exceções (como a cláusula de “porneia” em Mateus 19:9), mas essas são debatidas entre estudiosos. Se quisermos permanecer no padrão mais literal das falas de Cristo, o princípio é: Aliança até a morte. Separação não anula o vínculo diante de Deus. Novo casamento com ex-cônjuge vivo é chamado de adultério. É um tema delicado, porque envolve graça, arrependimento e restauração. Mas, textualmente, os evangelhos não relativizam o padrão original estabelecido por Deus. A Bíblia realmente alerta sobre isso. Em Livro de Provérbios 2:16-17 fala da “mulher estranha” que: “abandona o guia da sua mocidade e se esquece da aliança do seu Deus.” Observe: o texto liga adultério à quebra de aliança. Não é apenas pecado moral, é rompimento de pacto diante de Deus. Em Livro de Provérbios 7, a mulher adúltera usa palavras persuasivas, linguagem espiritualizada, aparência de religiosidade — mas o fim é morte espiritual. A sedução ali não é só sexual; é também discursiva, ela convence. Isso se conecta diretamente ao que você mencionou sobre Satanás. Em Evangelho de Mateus 4, durante a tentação de Jesus, o diabo cita o Salmo 91. Ele usa a Escritura — mas fora do contexto. Jesus responde com outra Escritura, corretamente aplicada. Ou seja: Satanás não nega a Bíblia. Ele recorta, distorce e reinterpreta. E Pedro alerta claramente em Segunda Epístola de Pedro 3:16: “Os indoutos e inconstantes torcem as Escrituras para sua própria perdição.” Perceba: o problema não é ignorância inocente apenas — é torção intencional para acomodar desejo. Quando alguém tenta justificar novo relacionamento enquanto o cônjuge ainda vive, normalmente recorre: À cláusula de exceção de Mateus 19. Ao abandono do descrente em 1 Coríntios 7. À ideia moderna de “Deus quer minha felicidade”. Mas Jesus, em Evangelho de Lucas 16:18, não relativiza: “Quem casa com a repudiada pelo marido comete adultério.” E Ele ainda afirma que nem um “til” da Lei cairia (Mateus 5:18). O padrão bíblico não é adaptado à cultura — é a cultura que se rebela contra o padrão. Provérbios mostra que a sedução sempre vem acompanhada de discurso convincente. Satanás mostra que até versículos podem ser usados como arma de engano. Pedro mostra que há quem torça deliberadamente. Por isso Jesus disse em João 8:32 que a verdade liberta — mas só liberta quem a ama mais do que os próprios desejos. O ponto central não é apenas “erro doutrinário”. É coração que quer justificar aquilo que Deus chamou de pecado.