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Versículos-base: Êxodo 4:10–12 • João 9:1–3 • Mateus 21:12–14 1) Deus chama pessoas reais — com limitações reais Moisés tentou recuar dizendo que não tinha habilidade para falar (Êxodo 4). E a resposta de Deus é profundamente terapêutica e cheia de autoridade: Deus não nega a dificuldade. Deus não diminui a dor. Deus assume a responsabilidade e reafirma o propósito. O coração da mensagem é: o chamado de Deus não depende da performance perfeita, depende da presença dEle. E quando Moisés não consegue sozinho, Deus envia apoio (Arão). Isso também é graça: Deus não só chama — Deus sustenta. Aplicação: quando a vida traz desafios (na família, no desenvolvimento, na inclusão), Deus não está pedindo “perfeição”. Ele está oferecendo presença, direção e provisão. 2) O cego de nascença: não é culpa — é palco de graça Você lembrou exatamente de um dos textos mais libertadores do Evangelho: João 9. Os discípulos perguntam “quem pecou?”. E Jesus quebra a mentalidade de culpa e julgamento. A resposta dele muda tudo: Não é sobre acusação. Não é sobre “caça ao culpado”. É sobre revelação da obra de Deus. Em outras palavras: Jesus recusa a narrativa da vergonha. Ele reposiciona a história: “isso vai mostrar a grandeza de Deus.” Aplicação: há situações na nossa casa que o mundo tenta rotular, mas Deus transforma em testemunho. O que parecia limite, Deus usa como ponte para manifestar cuidado, amor, poder e crescimento. 3) Jesus vira mesas porque odeia barreiras na adoração Seu insight é muito forte — e tem base direta na Bíblia. Quando Jesus purifica o templo (Mateus 21), Ele não está só combatendo comércio indevido. Ele está restaurando o propósito da casa de Deus: lugar de oração, acolhimento, acesso. E o detalhe que muita gente passa por cima é lindo: depois que Ele limpa o templo, os cegos e coxos vão até Ele e Ele os cura ali (Mateus 21:14). Isso fala alto: quando a “religiosidade” vira negócio, o fraco é barrado; quando Jesus governa o ambiente, os que estavam à margem conseguem entrar. Aplicação para a igreja hoje: se algo no ambiente, na linguagem ou na cultura afasta famílias e pessoas com deficiência, Jesus não chama isso de “normal” — Ele chama de mesa para virar. Uma verdade para guardar no coração Na Bíblia, Jesus não trata pessoas com deficiência como “incômodo”. Ele trata como gente amada, digna de acesso, presença e cuidado. E isso também cura a gente por dentro: quando o medo grita (“será que vão acolher?”), Deus responde: “Eu vou com vocês. Eu abro caminho. Eu envio pessoas. Eu sustento.” Perguntas de reflexão (bem práticas) Em que área eu estou carregando culpa, quando Jesus está me oferecendo graça? Que “mesa” precisa virar no meu coração (medo, vergonha, comparação)? Qual ajuste simples eu posso fazer para abrir acesso (na família, na igreja, no meu servir)? Oração (curta e poderosa) Senhor, eu te agradeço porque nada é impossível para Ti. Eu renuncio a culpa, a vergonha e os rótulos. Traz tua graça sobre a minha casa e sobre a vida do meu filho. Abre portas onde havia barreiras e levanta “Arões” — pessoas certas para caminhar conosco. E que a tua igreja seja casa de oração e também casa de acolhimento. Em nome de Jesus, amém. “Deus não nos chama apesar das limitações; Ele nos chama com a presença dEle