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CD Orquestra Ribeiro Bastos: Festa de Passos + Encomendação das Almas - Moteto dos Passos Martiniano Ribeiro Bastos (São João del Rey, 1834 – 1912) Motetos de Passos Senhor Deus Manoel Dias de Oliveira (São José del Rey [Tiradentes], 1735-1813) Miserere Pe. José Maria Xavier (São João del Rey, 1819-1887) Adoramus te Christe João Francisco da Matta (São João del Rey, Séc. XIX) Stabat Mater 00:00 - Pater Mi 1:40 - Bajulans. 3:27 - O vos omnes. 4:44 - Filiæ Jerúsalem 6:25 - Angariavérunt 8:15 - Exeamus Ergo 9:50 - O vos omnes 11:25 - Popule Meus 13:34 - Dómine Jesu 14:59 - Bajulans 17:03 - Trecho Miserére 18:39 - Adoramus te Christe 23:22 - Stabat Mater Natural de São João Del Rei (MG), nasceu em 1834. Martiniano Ribeiro Bastos, violinista, foi discípulo e sucessor do Mestre Francisco José das Chagas, diretor do conjunto musical que atuava na Igreja de São Francisco de Assis. . Bastos assumiu a direção do conjunto musical da orquestra em 1859 e permaneceu à frente da corporação até o ano de seu falecimento. Como afirmou José Maria Neves em sua tese, “merece destaque sua extraordinária capacidade de trabalho e de liderança, tendo sido o responsável direto pela estruturação da corporação musical que dirigiu”. O atual diretor de patrimônio da Orquestra Ribeiro Bastos, o senhor Gabriel Ribeiro, em entrevista ao jornal local Gazeta de São João del Rey em 8 de dezembro de 2012, menciona o dado histórico de que a corporação era apelidada de Coalhada, pois: “somente pessoas de uma classe social melhor e de pele clara podiam fazer parte da orquestra”. Como menciona os escritores Marília Scalzo e Celso Nucci, em seu livro Uma História de Amor à Musica – São João Del Rei – Prados – Tiradentes, durante os 52 anos à frente da orquestra que depois, em justa homenagem, receberia seu nome, Ribeiro Bastos organizou o grupo, ampliou sua área de atuação – não só com as cerimônias religiosas mas, também, com a participação em concertos e em espetáculos teatrais – e fez de sua casa uma escola de música. Entre seus muitos discípulos, destacam-se os irmãos compositores Firmino e Presciliano Silva, o violinista Jafé Maria da Conceição e os dois maestros que o sucederam na direção da Ribeiro Bastos, João Evangelista Pequeno (1867-1949) e Telêmaco Neves (1898-1950), este último pai da maestrina Maria Stella Neves Valle (1928-2013) e de José Maria Neves (1943-2002). . Adotava como método o “aprender fazendo” dentro da orquestra, em que os mais velhos ensinavam aos mais novos – e que se mantém até hoje -, ele acolheu quem não podia estudar em escolas formais, fez de sua casa quase um abrigo para músicos, desenvolveu talentos e manteve a orquestra sempre cheia.Deve-se ao Mestre Ribeiro Bastos, o restauro e a preservação da memória musical do século XVIII dos arquivos musicais da cidade, através do seu incansável trabalho de copista de manuscritos antigos. Bastos organizou a coleção de manuscritos musicais da corporação, que reunia, além das obras ligadas às celebrações religiosas, partituras de músicas de salão do final do século XIX e início do XX, que seus músicos utilizavam para acompanhar as sessões de cinema mudo. Nessa época, a orquestra começou a atuar com frequência em espetáculos teatrais, cinema e concertos. A prática deu origem ao Clube Ribeiro Bastos, que promoveu apresentações com repertório sinfônico e de câmara até a década de 1930. Sabe-se que até a primeira metade do século XX, a Orquestra Ribeiro Bastos tinha uma banda para atender às procissões e festas profanas, mas uma desavença entre os músicos fez o grupo se dividir e daí nasceu a Banda Theodoro de Faria, que assumiu esse tipo de compromisso.Além da atividade musical, Martiniano Ribeiro Bastos exerceu várias outras funções: foi vereador, presidente da Câmara Municipal, Juiz de Paz, professor e Diretor da Escola Normal de São João Del Rei.Dentre suas obras destacam-se a coleção de Motetos de Passos, executados, ainda hoje, na Quaresma e Semana Santa de São João Del Rei. Após sua morte, em 8 de dezembro de 1912, o conjunto musical que liderou por cerca de 52 anos adotou seu nome, a atual Orquestra Ribeiro Bastos.