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Título: O Eco dos Dois Montes Referência: Deuteronômio 26, 27 e 28 💡 Chaves de Interpretação: Verso por Verso Intro e Verso 1: Os Primeiros Frutos e a Confissão Histórica (Deut 26) 🎵 "Um arameu errante era meu pai... / Fomos escravos, mas a Tua mão nos tirou de lá... / Trago a cesta com os primeiros frutos do chão / Lembro do Egito, do chicote e da escravidão / Mas a Tua voz forte rasgou o mar / E nos deu essa terra onde o mel vem jorrar. / Hoje declaro que o Senhor é o meu Deus / Divido o meu pão com o órfão, a viúva e os teus. / Não guardei nada do que é sagrado pra mim, / Assino a Aliança, que seja assim." A música abre com a cerimônia das Primícias (Bikkurim [pronuncia-se Bi-ku-rím]). O adorador entrega sua cesta e recita um credo histórico, começando com a famosa frase: "Um arameu errante era meu pai" (Arami Oved Avi [pronuncia-se A-ra-mí O-véd A-ví]). Isso lembra a vulnerabilidade de Jacó e a escravidão no Egito. A adoração em Israel nunca é um transe místico sem raízes; ela é alicerçada na memória histórica da salvação. Ao entregar o dízimo trienal, o israelita declara sua fidelidade à Aliança, provando isso ao repartir o pão com o levita, o órfão e a viúva. Pré-Refrão: O Altar de Graça no Monte da Maldição (Deut 27:1-8) 🎵 "Nas pedras caiadas a Lei foi escrita / Não é um segredo, é o farol da nossa vida! / No monte Ebal, onde a maldição deve estar / De pedras brutas e intactas nós erguemos um altar! / Pois onde o juízo nos faz tremer, / É onde o sacrifício e a graça vêm nos valer!" Moisés manda escrever a Lei em grandes pedras caiadas. Mas o detalhe mais comovente de Deuteronômio 27 é que o altar de pedras brutas (Avanim Shelemot [pronuncia-se A-va-ním She-le-mót] - sem o toque de ferramentas humanas) deveria ser edificado no Monte Ebal — exatamente o monte designado para as maldições. Deus intencionalmente providencia um altar de sacrifício e perdão no mesmo lugar onde o juízo do pecado seria pronunciado! A graça sempre encontra o pecador no vale do juízo. Refrão: O Clima do Juízo - Céu de Bronze e Terra de Ferro (Deut 28:1-24) 🎵 "Gerizim e Ebal! A bênção e a maldição! / A vida e a morte pesando nas mãos da nação! / Se a Tua voz ouvirmos, a bênção nos alcançará / Na cidade ou no campo, a Tua mão nos guiará! / Mas se a aliança for quebrada e a fé esfriar... / O céu de bronze e a terra de ferro vão nos julgar!" No vale de Siquém, o povo estaria espremido entre a vida e a morte. As bênçãos de obediência afetariam tudo: a cidade, o campo e o útero. Porém, as maldições trazem uma das metáforas mais assustadoras da Bíblia: um "céu de bronze" e uma "terra de ferro". É a imagem de uma seca implacável, onde o céu não manda chuva (frio e impenetrável como bronze) e a terra não produz semente (dura como ferro). A rebelião espiritual destrói até o clima e a natureza ao redor. Verso 2 e Ponte: A Liturgia do Amém e o Navio para o Egito (Deut 27:11-26 e 28:13, 68) 🎵 "Seis tribos de um lado pra abençoar a luz / Seis tribos do outro onde a sombra seduz / No meio do vale o levita levanta a voz / Ecoando as regras que Deus deixou para nós. / Não há como fugir, não há como se esconder / O povo inteiro escuta o que tem que fazer! / "Maldito quem oprimir o cego e o estrangeiro!" / E o povo grita do vale: AMÉM! / "Maldito quem cultuar o falso e o lisonjeiro!" / E o povo grita: AMÉM! / Se ouvires a Deus, serás cabeça e nunca a cauda! / Tua terra dará fruto, tua alma será salva! / Mas cuidado pra não voltar de navio pro Egito... / E calar para sempre o teu próprio grito!" As doze tribos se dividem: seis no Monte Gerizim (bênção) e seis no Ebal (maldição). Os levitas leem os decretos contra pecados ocultos (injustiça contra o cego, idolatria secreta), e o povo inteiro tem que gritar "Amém" (Assim seja/É verdade). Ninguém pode alegar ignorância. A promessa gloriosa é que a obediência os faria "cabeça e não cauda". Por outro lado, o auge da maldição (Deut 28:68) é a anulação do Êxodo: eles voltariam ao Egito em navios para serem vendidos como escravos, e ninguém os compraria. Seria a perda total do seu valor e da sua liberdade. Outro: A Escolha Consciente 🎵 "Ouviremos a Tua voz... / Cabeça e não cauda... / Guardaremos a Tua lei... / Livres e não escravos... / Que o eco deste vale não se apague de nós... / Amém." O eco do vale de Siquém serve para selar na memória da nação a responsabilidade inegociável do pacto. Aquele "Amém" era a assinatura no contrato da vida.