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O Chafariz d’El-Rei foi o primeiro grande chafariz de Lisboa. Construído no século XIII, durante o reinado de D. Afonso III, recebia água canalizada diretamente da Cerca Moura. No século XVI, abastecia até os navios da Carreira da Índia. Aproveitava as águas da encosta de Alfama. Inicialmente, poderá ter sido conhecido como "Chafariz de São João da Praça dos Canos" e servia o bairro piscatório de Alfama. Foi D. Dinis quem o transferiu para o interior da Cerca Moura, passando a designar-se Chafariz d'El-Rei. O encanamento da água da nascente para as bicas exteriores data de 1487, por ordem de D. João II. A fachada atual data de 1864 e é decorada com traços clássicos. Mas mais do que a arquitetura, o que o distingue é a sua organização social: as nove bicas eram distribuídas por grupos. O senado de Lisboa regulava o uso da água do Chafariz d’El-Rei da seguinte forma: ‘Uma torneira era para os negros forros (Negros forros eram os ex-escravizados que haviam conquistado a liberdade por meio da carta de alforria, um documento formal pelo qual o proprietário abdicava de seus direitos de propriedade); outra para os moiros das galés; geralmente prisioneiros de guerra, cativos (capturados em ataques, corsários ou em conflitos marítimos) ou condenados por crimes. A pena de "remar na galé" era uma forma comum de trabalho forçado na época, e era considerada uma das mais duras; outra para as moças brancas; outra para os homens brancos; outra para as índias, negras, escravas e lacaios. A água, como o espaço, era hierárquica. E mesmo assim, essencial a todos.