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Cantiga sertaneja das margens do Rio S. Francisco (Jatobá de Tacaratú), de Agostino Cantù, interpretada por André Pédico. 1ª gravação mundial. -- Agostino Cantù nasceu em Milão, em 24 de abril de 1878 (depois naturalizado brasileiro), e recebeu sua formação musical no Conservatório Giuseppe Verdi e no Real Conservatório de Milão, onde concluiu os estudos com Vincenzo Ferroni. Filho de Giuseppe Cantù, músico e professor da orquestra do Teatro Scala, Agostino seguiu desde cedo um caminho intensivo no estudo da música, dedicando-se à composição, harmonia, contraponto e regência. Sua ópera Il Poeta foi premiada em 1904 em um concurso internacional promovido pela Casa Editora Sonzogno e executada em Milão sob a regência de Tullio Serafin. Em 1908, recusou uma proposta nos Estados Unidos e optou por assumir o cargo de professor no recém-criado Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, a convite de seu fundador Pedro Augusto Gomes Cardim. Além de sua produção operística, Cantù compôs para diversas formações e contextos. Entre suas obras, destacam-se peças orquestrais como Rapsódia Brasileira nº 1 e nº 2, além de várias peças de câmara, sonatas, música vocal e, especialmente, obras para piano solo. Nessa categoria encontram-se os Estudos líricos em oitavas, as Lendas brasileiras, a suíte Impressões brasileiras, e peças como Scherzetto, Epitálamo, Dança exótica e Toada do Lauro Louro. Sua produção frequentemente trabalha o universo infantil e do folclore brasileiro, como se observa em composições como João Minhoca, Brincando no jardim, No circo, Bibi e Pupi e Croquis d'enfant, ampliando o acesso à música através de repertórios pedagógicos e lúdicos. Cantù teve papel ativo como educador e formador de músicos ao longo de várias décadas. No Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, lecionou piano, composição, harmonia, contraponto, fuga e instrumentação. Entre seus alunos, estão nomes como Francisco Mignone, João de Souza Lima, Marcello Tupynambá, Heitor Alimonda, Lydia Alimonda, Iris Bianchi, João Sépe, Guido Santórsola, Samuel Arcanjo, Arthur Kauffmann e Gabriel Migliori. Foi também nomeado catedrático de composição em 1919 e participou de importantes comissões julgadoras em instituições como o Instituto Nacional de Música do Rio de Janeiro. Atuou ainda como conselheiro da Sociedade Orquestral do Conservatório, além de ter exercido crítica musical no jornal Fanfulla. Seu envolvimento com a cena musical paulistana inclui a organização de saraus e concertos, notadamente a série "Vesperais" no Salão da Rua Padre João Manoel, que ocorreram regularmente de 1920 até a década de 1940, totalizando 170 programas de audições, continuando os concertos que antes eram organizados por Luigi Chiaffarelli. Cantù também manteve intensa atividade editorial, sendo proprietário do Estabelecimento Musical Campassi & Camin (Casa Sotero), responsável pelas edições C.E.M.B., que publicou expressiva quantidade de repertório brasileiro. Agostino Cantù faleceu em São Paulo, em 27 de dezembro de 1943, deixando uma produção significativa que permanece pouco conhecida. Seu legado, no entanto, continua vivo nas partituras que circulam entre estudantes, pesquisadores e intérpretes, e em sua influência sobre gerações de músicos formados sob sua orientação. No Instituto Piano Brasileiro, algumas de suas obras vêm sendo resgatadas e apresentadas em primeira gravação, contribuindo para a redescoberta de um repertório que articula referências europeias com características brasileiras. -- Nossos agradecimentos a André Pédico por aceitar nosso convite para realizar a 1ª gravação mundial desta obra. -- Seu apoio viabiliza novas partituras, edições críticas e acesso qualificado ao acervo: https://catarse.me/institutopianobras... Support us on Patreon: patreon.com/BrazilianPianoInstitute -- Edição das imagens e do vídeo: Douglas Passoni de Oliveira Curadoria e revisão: Alexandre Dias