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Quando eu demonstro afeto, cuidado, interesse e presença, quase sempre vem a mesma brincadeira “isso aí é monogamia”. Como se carinho, vínculo e reciprocidade fossem automaticamente sinônimos de posse, exclusividade ou prisão afetiva. Neste episódio do Viagem com a Dri, eu vou partir justamente desse ruído. A não monogamia não precisa estar atrelada à frieza, à casualidade vazia, ao desdém ou ao desinteresse. Da mesma forma, demonstrar afeto não nos coloca, automaticamente, dentro de um modelo monogâmico tradicional. O ponto central aqui é a reciprocidade. Onde há troca, é fundamental nutrir vínculos. E nutrir vínculos não pode ser um exercício exclusivo com homens. Também falo sobre como, historicamente, as mulheres foram ensinadas a fazer a tal da "baixa manutenção" afetiva com as amizades, enquanto orbitam relações afetivo-sexuais como centro da vida. Esse desequilíbrio não é natural, ele é aprendido. E enquanto isso, homens e mulheres caminham em tempos e passos diferentes quando o assunto é responsabilidade emocional, equidade e transformação das formas de se relacionar. Este episódio é um convite para sair dos extremos. Nem a superficialidade absoluta que descarta pessoas, nem o amor romântico que isola, apaga redes e ignora tudo ao redor em nome da instituição casal®. Falo sobre a necessidade de construirmos vínculos mais conscientes, plurais e saudáveis, que considerem comunidade, cuidado, presença e autonomia. Afinal, quando a gente cuida, se envolve e se responsabiliza… isso é monogamia ou é maturidade afetiva?