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🌺NOSSA SENHORA D'AIRES VIANA DO ALENTEJO-Portugal🌺 A devoção à Senhora de Aires foi difundida pela tradição oral e perpetuada na lápide, anunciadora do Milagre, constante no frontispício da porta principal da Igreja, escrita em latim pelo jesuíta António Franco no ano de 1690 e que diz o seguinte: “Expulsos os mouros destas terras, um lavrador arava o seu campo (Martim Vaqueiro, o mesmo que em 1718 teve a "aparição" de Nossa Senhora) encontrou a imagem que se vê no antigo altar. Oh feliz terra, mais fecunda que nenhuma outra! Um só rego, te deu mais do que ceara ou colheita alguma dará”. Frei Agostinho de Santa Maria na sua obra incontornável que é o "Santuário Mariano", cujo tomo referente ao Santuário de Nossa Senhora de Aires foi publicado em 1718, refere o milagre da aparição da Virgem ao lavrador Martim Vaqueiro dizendo: “havia naquele distrito uma herdade de um Lavrador rico, o qual tinha um curral, aonde recolhia os seus bois, no mesmo sítio, em que hoje se vê a Igreja. Ficava a casa do Lavrador distante como cousa (coisa) de cem passos, & tinha esta herdade o nome de Vaqueiros. Repararam em algumas noites os criados do Lavrador, em que deixando fechada a porta do curral, viam os bois de noite pastando na herdade, & pela manhã os achavam recolhidos, & a porta do curral fechada, sem poderem saber quem fosse, o que lhes fazia esta e que achavam ser uma "travessura". Fizeram queixa ao seu amo, (patrão) que se resolveu a ir dormir uma noite junto à porta do curral, para saber quem obrava estas coisas. Nesta noite lhe apareceu Nossa Senhora em sonhos, & lhe disse, que ela era a que abria a porta, & soltava os bois, para irem a pastar sem fazerem dano às searas: que lhe fizesse naquele sitio uma Casa, (igreja) porque era vontade de Deus, que nela fosse louvada, & seu Santíssimo Filho, & que ela o ajudaria.” (SANTA MARIA; 1718, P. 286). Segundo Frei Agostinho de Santa Maria no seguimento do pedido de Nossa Senhora deu: “principio o Lavrador à obra em um sítio, que ficava distante do curral, julgando-o por mais oportuno: porém a Senhora que havia elegido O local do seu aparecimento, dispôs, que tudo o que se havia obrado no primeiro dia, se achasse desfeito no segundo, & continuando a edificação em o segundo, & terceiro em a mesma paragem, lhe sucedeu o mesmo, que na primeira vez. Com que desistindo do seu parecer, se resolveu em edificar a Igreja no mesmo lugar, em que a Senhora lhe havia aparecido. E fez-se em tal forma, que a capela-mor se fabricou no mesmo Lugar, aonde estava a porta do curral” (SANTA MARIA; 1718, pp. 286-287). "O lavrador tratou logo de juntar os materiais necessários para dar início à igreja e como era preciso muito dinheiro vendeu alguns dos seus bois. Porém, quando os voltou a contar, após a venda, tinha na manada a mesma conta, tendo sido um milagre de Nª Senhora." O primitivo templo, construído na segunda metade do século XVI, era constituído por tecto em abóbada todo pintado e paredes integralmente forradas a azulejo. A sacristia era composta também por tecto de abóbada e o exterior, em redor da ermida, pavimentado por um tabuleiro de ladrilho (SANTA MARIA; 1718, p. 287). No interior encontravam-se três altares de talha dourada, um mor e dois colaterais. O altar-mor expunha a imagem de Nossa Senhora de Aires “recolhida em um tabernáculo de vidraças, & com muita veneração” (IDEM; 1718, p. 287). Frei Agostinho de Santa Maria, relata que: “é esta Casa de grande veneração, e concurso, porque da maior parte do Alentejo concorrem os povos a celebrar as suas Festas, a pagar os seus votos, e a ter suas Novenas, e há dias em que se juntam naquele sítio mais de doze mil almas” (SANTA MARIA; 1718, p. 286). Em 1748, existindo em Évora uma enorme epidemia de peste, os comerciantes dessa cidade prometeram à Virgem Srª d’Aires uma festividade se a peste desaparecesse. Como tal se verificou, os comerciantes realizaram festas durante três dias em honra da Santa. No ano seguinte as festas foram ainda maiores, com afluência de devotos não só de Évora mas também das populações vizinhas. Esta realiza-se desde então todos os anos no quarto domingo de Setembro. Entre os milhares de ex-votos agradecendo milagres a Nossa Senhora D'Aires encontra-se este milagre de 1735 e representa em simultâneo oito camas de dossel em madeira de torcidos, onde estão deitados os doentes: Simão Esparteiro e os seus nove filhos e onde se lê:7 “Mercê que fez N. Sra. d’Aires a Simão de Matos Esparteiro e a seus filhos estando todos muito mal de uma malina ( doença) e desconfiados dos médicos se apegaram com a Sra. e lhes deu saúde no mês de Junho de 1735, cidade de Évora”. ACESSE A REDE SOCIAL DE NOSSA SENHORA RAINHA E MENSAGEIRA DA PAZ JACAREÍ BRASIL👇🔥👇 Acesse a rede social www.apparitionstv.com.br Loja Mariel www.lojamarieltroni.com.br