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Letra; Frames psicodélicos na chuva, o asfalto é o espelho da alma em dupla exposição, Brasil nua e crua, sinto a pulsação da rua na minha própria desconstrução, Granulação analógica, glitch na mente que flutua entre o caos e a precisão, Um retrato em preto e branco onde a dor continua sendo a nossa única oração. A espinha dorsal da humanidade em ruptura, o osso estala na pressão da estrutura, País refletido na poça d’água escura, onde o exército invisível marcha na fissura, Virtude em conflito com a incredulidade dura, buscando a cura na própria amargura, E o eco de um exército de um homem só afirma que a palavra é o que perpetua. Cada verso é uma célula que se estrutura, tipo E um H ési na sinapse, a ponte segura, Na hélice da existência, a interface que costura a razão com a loucura, Canal que abre e fecha, comunicação que perdura na frequência mais pura, Acoplagem elétrica, neurônios em rebelião buscando a própria literatura. Somos kamikazes com medo da própria altura, mas saltamos sem medo da fratura, Quase livres, quase presos nessa arquitetura que o sistema nos impõe como armadura, Sem bandeira, sem fronteira, só a verdade crua na batalha interna que é tortura, E se tocam só o primeiro acorde da partitura, eu pinto o resto na parede da cultura. Portas da percepção abertas na fissura, livro de história em branco pedindo assinatura, Memória dos dias que virão na conjectura, mantenho a postura, a base é segura, Não me interessa o rei, o Estado ou a censura, eu moro em outro país, outra textura, Se no jogo não há juiz, sou eu quem define a lisura da minha própria aventura. Manifesto na largura, manifesto na altura, cada respiração é uma profecia futura, Da tempestade faço ponte, da dor faço escultura, transformo o lixo em criatura, Chega de medo e dúvida obscura, o "não" foi a bússola que me trouxe à direção pura, Perdi para entender que a perda depura, e que a tempestade é o que me moldura. E um H ési no peito fazendo a junção segura, conectando fé e ciência na mesma costura, Canal extracelular regulando a abertura, íons passando como versos na partitura, Longe do sangue falso e da bravata impura, do swing plástico que vende imagem sem ternura, Minha trajetória não precisa de cobertura, ela é o que é, além de qualquer literatura. Busquei minha música na fissura, mesmo quando o som era drama e amargura, Virtude contra incredulidade na mesma estrutura, mas a intensidade foi minha assinatura, Sem rótulo colado por mão insegura, sem pertencer a tribo alguma que seja escura, Fui intenso em cada frame, cada textura, onze sobre dez na régua da minha própria altura. No difícil exercício de viver em paz na loucura, manifesto sem plateia e sem moldura, À luz de velas na escuridão mais pura, longe da multidão que repete a mesma leitura, O universo se move quando a crença estrutura, a palavra plantada vira arquitetura, O que você dá cresce na mesma cultura: semente vira árvore, raiz vira armadura. Se tocam só o primeiro verso na abertura, eu fecho a canção com precisão e bravura, O resto é resto quando falta essência pura, e eu sou o exército que busca a própria cura, E um H ési é a conexão que perdura entre o que penso, o que falo e o que a vida estrutura, Da escuridão fiz o mapa na escritura, predestinado sim, mas com leitura madura. Fui intenso sem manual e sem censura, caí e levantei com a espinha mais dura, A música foi o drama, mas também foi a cura, e sigo buscando a minha postura, Sou o exército, a hélice, a ponte e a partitura, entre a dúvida e a fé, escolhi a altura, Se o mundo não entende minha arquitetura, eu manifesto em carne viva e estrutura. [Ponte - 4 frases] O que eu planto, eu sei que floresce, A voz que confia, o céu reconhece. A dor do passado virou o meu guia, Sou a profecia de um novo dia. [Refrão - 6 frases] Eu manifesto a luz que me guia, Transformo em força a minha agonia. O universo em mim se refaz, No que acredito, eu encontro a minha paz. O que eu sonho, eu vejo no plano, Sou livre do medo e do desengano. Frames psicodélicos na chuva, o asfalto é o espelho da alma em dupla exposição, Brasil crua e nua, sinto a pulsação da rua na minha própria desconstrução, Granulação analógica, glitch na mente que flutua entre o caos e a precisão, Um retrato em preto e branco onde a dor continua sendo a nossa única oração. A espinha dorsal da humanidade em ruptura, o osso estala na pressão da estrutura, País refletido na poça d’água escura, onde o exército invisível marcha na fissura, Virtude em conflito com a incredulidade dura, buscando a cura na própria amargura, E o eco de um exército de um homem só afirma que a palavra é o que perpetua. Cada verso é uma célula que se estrutura, tipo E1Hs na sinapse, a ponte segura, Na hélice da existência, a interface que costura a razão com a loucura, Canal que abre e fecha, comunicação que perdura na frequência mais pura, Acoplagem elétrica, neurônios em rebelião buscando a própria literatura. Somos kamikazes com medo da própria cura.