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O maior preconceito contra autistas - ninguém fala disso. O preconceito contra pessoas autistas raramente começa nas crianças. Na maioria das vezes ele começa nos adultos. Crianças pequenas convivem com o diferente de forma natural. Elas brincam, ajudam, incluem. Mas à medida que crescem, começam a ouvir frases como: “Não chega perto.” “Ele é estranho.” “Isso é falta de educação.” E assim o preconceito é aprendido. Neste vídeo eu explico por que o preconceito contra o autismo ainda é tão forte na sociedade e como muitas vezes ele nasce da falta de informação sobre o que realmente é o autismo. Também compartilho experiências vividas no Colégio Redentor, onde vimos inúmeras vezes crianças demonstrarem uma capacidade natural de convivência que muitos adultos ainda não aprenderam. Mas existe um ponto ainda mais delicado que precisamos discutir: às vezes o preconceito aparece dentro da própria comunidade. Pais que têm medo de que o filho “pareça autista”. Pais que evitam o contato com outros autistas. Esse fenômeno tem nome: capacitismo. Neste vídeo vamos falar sobre: • por que o preconceito nasce da ignorância • por que crianças tendem a aceitar o autismo naturalmente • por que autistas sofrem mais bullying na escola • como o estigma atinge também as famílias • e por que informação e convivência são fundamentais para reduzir o preconceito A inclusão começa quando entendemos algo muito simples: diferença não é defeito. Se você acredita que inclusão precisa ser tratada com seriedade, conhecimento e responsabilidade, inscreva-se no canal e compartilhe este vídeo. Quanto mais informação correta circula, menos espaço o preconceito tem.