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Rogério Marinho (PL-RN) afirmou, em entrevista ao programa Meio Dia RN, da 96 FM, que a apuração sobre descontos em aposentadorias no âmbito da CPMI do INSS se conecta a outros fatos políticos e financeiros em investigação, e disse que o debate no Parlamento deve priorizar informação, não “bate-boca”. Ele relatou um embate recente com o senador Jaques Wagner (PT-BA) e sustentou que suas declarações sobre a participação do PT baiano no “cerne” dos episódios se baseiam em “fatos”. Segundo Marinho, ao investigar a ascensão do Banco Master, ele encontrou a “gênese” do negócio na Bahia, envolvendo decisões de gestões petistas no estado. O senador citou a venda de uma estatal chamada Credesta a um banqueiro, Augusto Lima, e afirmou que, duas semanas depois, um decreto teria transformado a empresa em financeira apta a operar crédito consignado com exclusividade para servidores, o que, na visão dele, teria convertido um ativo “quebrado” em “mina de ouro”. Marinho disse que o consignado foi o “principal negócio” do Master no início e que a operação se expandiu para diversos estados. Ele também afirmou que, em 2020, Augusto Lima teria se associado a Daniel Vorcaro, com a venda de 50% do negócio, e criticou a manutenção de juros altos e a restrição à portabilidade, atribuindo a medida ao governo baiano quando servidores buscaram migrar contratos. Na entrevista, o senador ainda citou a contratação de nomes ligados a governos do PT e episódios que classificou como “coincidências”, mencionando reuniões fora de agenda em 2024 e defendendo que tudo seja investigado com transparência. Ao tratar do cenário institucional, Marinho disse que o Congresso vive sob pressões políticas e que a sociedade e a imprensa têm papel decisivo para destravar apurações, apontando 2026 como marco eleitoral para cobrar dos candidatos ao Senado compromisso com o controle de abusos entre os Poderes.