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Quem diria que o apito final guardaria tanto peso para o dérbi e para cada drama nos bastidores. Curta o vídeo e siga o canal para não perder nenhum capítulo desta história. O gol que decidiu a vitória do Guarani por 1 a 0, no Brinco de Ouro, saiu aos 48 minutos do segundo tempo, marcado por Hebert, jogador que havia deixado a Ponte há duas semanas em função da crise financeira que afeta o clube. Hebert comemorou o gol entre os companheiros de elenco do Bugre — foto: Raphael Silvestre/Guarani FC. Ele foi apresentado pela Ponte em dezembro, participou da pré-temporada, mas acabou saindo antes de estrear devido ao transfer ban que impediu o registro de novos atletas nas três primeiras rodadas do Paulistão. O Guarani aproveitou a janela de mercado e pôs Hebert para jogar justamente no dérbi. Foi um roteiro com ruídos de crueldade para os alvinegros e, ao mesmo tempo, uma lavada de alma para os bugrinos depois das desilusões nos clássicos da última Série C: vencer com um jogador a menos e ter o gol nos acréscimos para praticamente sacramentar a queda do rival para a Série A2. Os adversários chegaram ao clássico em fases diferentes no Paulistão: o Guarani vinha de duas vitórias consecutivas e buscava se aproximar das quartas de final, enquanto a Ponte ainda não havia vencido e ocupava a lanterna, tentando alguma sobrevida na luta contra o rebaixamento. Depois de um começo de jogo dominado pelo Guarani — quase que um ataque contra defesa —, a expulsão do goleiro Caíque França aos 20 minutos, com cartão vermelho direto por falta dura em Diego Tavares na entrada da área, chegou a colocar em xeque o favoritismo alvinegro. Caíque França deixou o gramado pedindo desculpas à torcida do Guarani após a expulsão no dérbi 213 — foto: Anderson Romão/AGIF. A Ponte teve três boas chances antes do intervalo — duas com Cristiano e uma com Tavares — todas defendidas por um Mateus Claus inspirado, mesmo sem atuar há mais de um ano. No segundo tempo, a montagem do elenco fez a diferença: se faltaram opções para manter o ritmo na reta final do primeiro tempo, o banco de reservas do Guarani trouxe novo gás. O lance do gol tem um tom simbólico. Os quatro jogadores que tocaram na bola entraram em campo ao longo da partida: Mateus Claus cobrou o tiro de meta, Lucca desviou de cabeça, Guilherme Cachoeira deu a assistência e Hebert marcou para incendiar os quase 17,5 mil bugrinos presentes no Brinco de Ouro. Foi um dérbi vencido de fora para dentro de campo, que mostrou a percepção de superioridade de um Guarani que soube explorar as fragilidades de uma Ponte que vive dificuldades administrativas e, por consequência, reflete no gramado. O Guarani, mesmo cometendo erros ao longo do processo (como o episódio com a demissão e o retorno de Matheus Costa algumas horas depois), colhe os frutos do investimento feito para formar um grupo experiente e com alternativas. Os 11 pontos em 18 possíveis, mesmo sem um futebol deslumbrante, deixam a equipe em situação confortável para avançar ao mata-mata. Já a Ponte paga o preço de um planejamento falho: três rodadas sem poder usar as contratações, recorrendo às categorias de base para compor o elenco, além dos atrasos salariais que persistem desde a metade de 2025 e provocaram uma paralisação de duas semanas nos treinos da pré-temporada, refletindo diretamente na condição física dos atletas. Não há superação — como houve na campanha da Série C — que resista por muito tempo a tantos desmandos. Por mais duro que seja ler isso, o momento que a Ponte atravessa, talvez o mais delicado da história do clube, é果o diante do caos sem fim que consome os corredores do Estádio Moisés Lucarelli. A bola não entra (sempre) por acaso — seja a favor ou contra. Hoje, a distância entre Guarani e Ponte vai muito além dos 10 pontos na tabela, uma diferença personificada em Hebert. Encerramento curto: Fiquem ligados para as próximas novidades do dérbi e das duas equipes. CTA criativo: Curta, siga o canal e participe da nossa torcida virtual para acompanhar cada capítulo dessa rivalidade que não para de escrever histórias.