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QUANDO DEUS NÃO RESPONDE VERSO 1 Teve noite em que eu falei com o alto e não voltou som, Nem sinal, nem sonho, nem resposta em tom. Só o teto encarando meu cansaço nu, E um silêncio pesado que não me absolveu. Eu procurei sentido nas coisas que aprendi, Mas tudo parecia longe demais de mim. As promessas soavam bonitas por fora, Mas não tocavam o ponto onde a dor mora. Eu via gente forte citando fé pronta, Enquanto eu mal conseguia sair da sombra. E foi nesse espaço sem forma nem nome Que eu percebi: talvez Deus também se esconde. Não pra punir, não pra me testar, Mas pra ver se eu parava de terceirizar. Porque enquanto eu pedia prova externa, Eu ignorava a verdade interna. REFRÃO Visto o tempo em túnicas molhadas de tinta celeste, Constelações escorrem do peito quando a noite me testa. Se o céu cala, eu sigo lendo estrelas no chão, Sou mapa vivo bordado na própria escuridão. VERSO 2 Eu quis manual pra não errar de novo, Quis garantia antes de mover o corpo. Mas a vida não funciona assim, Ela cobra presença antes do fim. Tem coisa que só se entende sangrando lento, Sem frase bonita, sem salvamento. Eu chorei sem saber se alguém ouvia, Mas mesmo assim algo em mim insistia. Não era voz, era permanência, Um fio fino de consciência. Aprendi que fé não é certeza, É caminhar mesmo com a mesa presa. E que às vezes Deus não fala nada, Porque quer ver se tu sustenta a estrada. REFRÃO Visto o tempo em túnicas molhadas de tinta celeste, Constelações escorrem do peito quando a noite me testa. Se o céu cala, eu sigo lendo estrelas no chão, Sou mapa vivo bordado na própria escuridão. VERSO 3 Tem perdas que não pedem explicação, Pedem respeito pelo chão. Eu tentei ser forte, mas quebrei igual, Descobri que quebrar também é natural. Não virei santo, nem iluminado, Só parei de mentir pro que tava errado. Hoje eu falo menos, escuto mais, Porque o invisível não grita jamais. Se eu sigo em frente, não é por clareza, É porque ficar parado virou tristeza. E mesmo sem mapa, mesmo sem voz, Eu sigo inteiro com o que sobra de nós. REFRÃO Visto o tempo em túnicas molhadas de tinta celeste, Constelações escorrem do peito quando a noite me testa. Se o céu cala, eu sigo lendo estrelas no chão, Sou mapa vivo bordado na própria escuridão. RAP (VERSÃO FINAL — LONGO, RIMADO, POÉTICO) Eu caminhei com o peito aberto enquanto o mundo vestia armaduras antigas, Colecionando mapas rasgados, constelações presas em feridas. Quando a fé virou ruído e a promessa perdeu cor no horizonte, Eu pintei o silêncio com tintas densas pra não perder meu norte. Não me deram manual pra atravessar madrugada sem bússola ativa, Aprendi lendo o pulso da sombra, decifrando a maré instintiva. Cada estrela que caía riscava o céu como sentença, O céu não responde em discurso, responde em permanência. Vi túnicas rasgando no vento do erro que insiste e retorna, Mas o fio que me costura é invisível, sustenta e conforma. Não é milagre vistoso nem luz cinematográfica, É constância subterrânea, alquimia prática. Se eu falo com o abismo, ele devolve medida exata, Não romantiza o tombo, mas ensina a passada. Meu nome ficou guardado no breu como semente paciente, Pra brotar quando o medo cansasse da gente. Aprendi a ler sinais no pó das horas tardias, Onde o tempo pinga tinta nas vigílias vazias. Se o céu fecha a boca, eu abro a escuta do chão, Porque a verdade escreve estrelas na palma da mão. Não busco resposta pronta pra aliviar tensão, Busco coerência firme entre gesto e visão. Quem anda alinhado não precisa de aplauso, Veste o cosmos em silêncio, costura o caos no passo. Carrego galáxias discretas nos bolsos da roupa, Enquanto o mundo exige pressa, eu escolho a rota. Sou filho do escuro que aprende a brilhar sem plateia, Minha fé não é grito — é teia. Quando nada responde, eu não chamo de ausência, Chamo de aula profunda de autossuficiência. E sigo, mesmo em noite espessa, Bordando constelações na própria travessia. REFRÃO FINAL Visto o tempo em túnicas molhadas de tinta celeste, Constelações escorrem do peito quando a noite me testa. Se o céu cala, eu sigo lendo estrelas no chão, Sou mapa vivo bordado na própria escuridão.. #espiritualidade #dakila #jesus #dimensional #music #rap #amor #despertardaconsciencia #evolução