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Depois de ler o livro: "O sujeito surdo e a psicanálise" e assistir ao curso: "Considerações sobre a surdez a partir da psicanálise" ministrado pela Profa. Dra. Maria Cristina Solé-RS, passei a refletir sobre o meu papel como educador e cidadão. Aprendi que "a única coisa que a surdez profunda obstaculiza é o processo de aquisição da língua oral" e que os demais problemas decorrentes são inerentes à falta/falha na aquisição da linguagem e da subjetividade". E quem inscreve o bebê surdo nesse processo é a família, é a mãe. Contudo, sem língua de sinais e sem saber como convocar a criança, as mães ouvintes terminam por destruir ou retardar a possibilidade de inserção desses sujeitos no mundo, de humanização desses sujeitos; Quem vai introduzir os conceitos e os costumes na criança são os pais, é a mãe que insere a língua e a cultura familiar e social na criança. Independente se a criança é surda ou ouvinte, Então os pais devem aprender língua de sinais para que, desde o primeiro dia de vida, os bebês surdos sejam acolhidos com linguagem e subjetividade, com língua de sinais e afetividade necessária e suficiente para a estruturação do sujeito e assim sentir-se amada e partícipe da cultura familiar e social; O surdo sinalizante tipo II precisa aprender a escutar o outro através da pele, dos olhos, com sensibilidade, com afeto para tornar-se humano e nas relações humanizar-se; O sujeito surdo precisa amadurecer o mental na perspectiva da criticidade com autonomia e empoderamento autoconsciente, individual e coletivamente; É preciso que a escolarização da pessoa surda tipo II (sinalizante) deixe de ser fictícia porque como está ocorrendo não dá suporte para a sua maturidade intelectual nem produtiva; A criança surda vive conflitos estruturais pela falta de orientação familiar e escolar e por isto, o abandono e a rejeição do Eu se instala resultando em conflitos da sexualidade e retirando a possibilidade da autonomia e emancipação pessoal e social. Surgem oportunistas: professores, pastores, interpretes para falarem e defenderem interesses perversos e de poder. Sem recursos para analisar de forma crítica e independente, a pessoa surda sinalizante está exposta às influências e ao jogo de sedução de professores ouvintes e surdos, de interpretes e de pastores que seduzem e facilmente influenciam com seus interesses, as decisões de sujeitados surdos. Esses "auxiliares" manipulam interesses, valores, sentimentos e realidades. É preciso ter cuidado para que esses "auxiliares" não assumam a fala pelo surdo. Não é ser voz do surdo nem falar por ele dizendo aquilo que este acha que o surdo deveria dizer e manipular o discurso segundo seus interesses oportunistas e clientelistas; É fundamental que surdos convivam com outros surdos na comunidade surda criando laços e relações, mas sem perder o referencial familiar e nunca rejeitar a relação de parentesco com a família sob pena de desestabilização e desestruturação do sujeito o que a "cultura surda" não pode lhe representar;