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🔥 JOGA MAL, SOFRE… E PASSA! O SEGREDO DO CORINTHIANS QUE NINGUÉM EXPLICA! É impressionante como o Corinthians consegue ser eficaz mesmo quando não joga bem. Não é nem questão de futebol bonito, de espetáculo, de dominar o adversário. É aquele roteiro que se repete: joga mal, toma pressão, sofre o jogo inteiro… e passa. Joga mal, toma pressão, ganha do Flamengo. Joga mal, toma pressão, vai avançando. É inacreditável. Parece que quanto mais pressionado está, mais perigoso fica. Não encanta, não convence, mas continua chegando. E isso incomoda muita gente. Enquanto isso, o Cruzeiro jogou no sábado, descansou, teve tempo para recuperar os atletas, organizar a casa. Já o Corinthians foi até quase meia-noite em campo, numa batalha intensa. Aí já começa a discussão: desgaste físico pesa? Claro que pesa. Mas também pesa o momento, a confiança, o psicológico. E mesmo assim já tem gente cravando: Cruzeiro 2, Corinthians 0. Golpite antecipado, ninguém perguntou, mas já está dado. E é assim que o debate esquenta. Na minha opinião, hoje não existe no Brasil um candidato claro, absoluto, que possa se colocar acima do São Paulo nesse momento específico. O time encaixou, ganhou confiança, começou a jogar com autoridade. Mas basta alguém falar isso que já vem o “calma lá”. Porque futebol muda rápido, e todo favoritismo vira pressão. E quando o assunto vai para arbitragem, então, o estúdio pega fogo. “O jogo reinicia”, “foi lateral”, “foi escanteio”, “o VAR não pode entrar”. É aquele caos clássico. Uns dizem que era lance revisável, outros lembram do protocolo. A regra é clara: se houve reinício da jogada, o VAR não pode voltar atrás. A discussão vira quase pessoal. “Fala pra ele o que você falou pra mim!” “Não fala!” “Ele disse que cobrou dentro do campo!” E assim vai. No fim das contas, fica aquela sensação de que alguém deveria ter visto, mas pelo protocolo não tinha como interferir. E o torcedor segue indignado. Enquanto isso, a discussão sobre favoritos continua. Alguns já apontavam Curitiba e Atlético como fortes candidatos, mas ficaram pelo caminho. Outros como Operário e Londrina surpreenderam e chegaram à decisão. Então essa conversa de favorito absoluto cai por terra. Futebol não respeita previsão. Decisão não tem dono antes da bola rolar. E aí chegamos ao ponto central: semifinal do Campeonato Paulista. O clima está quente demais. São Paulo enfrenta o Palmeiras, enquanto o Corinthians pega o Novorizontino. E o debate começa com provocação pesada. “O esperto foi o Corinthians. Empatou o jogo, passou nos pênaltis pra não pegar o Palmeiras na final.” Essa frase sozinha já é suficiente para incendiar qualquer programa esportivo. Tem quem diga que foi estratégia. Outros falam em medo. E tem também quem parta para a zoação: “Corinthians cheio de fralda.” Aquele clima típico de programa ao vivo, com risada, ironia e cutucada. O São Paulo é exaltado, chamado de encantador. Mas sempre tem alguém que pede calma. “Nem tanto.” Porque o futebol pune o excesso de confiança. E no meio disso tudo surge o nome de Hugo, o herói improvável. Pegador de pênalti, decisivo quando mais precisa. Enquanto o time se arrasta em campo, sofre, parece cansado, ele aparece. O Corinthians pode não jogar bonito, pode parecer lento, pode dar a impressão de que está sempre no limite… mas encontra um jeito. E isso irrita os rivais. A discussão sobre o gramado, sobre o desgaste em Curitiba, sobre quem deveria ter visto o lance, sobre quem é favorito… tudo vira combustível. Um fala do ano passado, outro lembra que o favorito caiu. Um diz que o Palmeiras vai aplicar uma grande vitória. Outro chama de “menino sonhador”. A zoeira não tem freio. E no fim, sempre volta para o mesmo ponto: o Corinthians joga feio, mas é eficaz. Não encanta, mas passa. Não domina, mas decide. Joga mal, toma pressão, classifica. Joga mal, toma pressão, elimina. E isso é o que mais dói para quem está do outro lado. O Cruzeiro descansou. O Corinthians jogou até quase meia-noite. A justificativa está pronta para qualquer resultado. Se perder, foi o desgaste. Se ganhar, é porque tem algo diferente. E já tem palpite antecipado, placar cravado, discussão armada. O meu palpite? Corinthians e Palmeiras na final do Paulistão. Porque no fim das contas, esses jogos grandes sempre encontram um jeito de acontecer. E o São Paulo, mesmo vivendo bom momento, ainda vai ter que provar que consegue sustentar essa fase diante de um rival direto. O futebol é maravilhoso exatamente por isso. Ele não demora muito para dar uma pancada em quem acha que já ganhou antes da hora. Hoje é favorito, amanhã é eliminado. Hoje é criticado pelo futebol feio, amanhã levanta taça. E é por isso que o debate esquenta, que o estúdio pega fogo, que as provocações acontecem. Porque no fundo ninguém tem certeza de nada. Só tem opinião, provocação e paixão.