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Tem gente que sente um nojo físico quando o sucesso chega perto demais. O relacionamento fica estável, o projeto finalmente decola, a promoção vem, o dinheiro sobra no fim do mês… e, em vez de alívio, surge uma urgência quase biológica de chutar a mesa, brigar sem motivo, procrastinar, gastar tudo, esquecer compromissos ou ressuscitar uma briga de anos atrás. Não é burrice, não é falta de caráter, não é preguiça. É um mecanismo de sobrevivência antigo que foi treinado por anos de crise e agora não sabe mais desligar. O cérebro não foi projetado para felicidade contínua — foi moldado para detectar perigo em ambientes de escassez. Quando a calmaria aparece, ele interpreta como ponto cego: “está bom demais, cadê o predador que eu não estou vendo?”. Aí entram o pânico da amígdala, a sobrecarga de dopamina que vira estranheza química, o vício em cortisol que faz o corpo sentir falta do veneno da crise, e a dissonância de identidade: se eu sempre fui o lutador que sobrevive na dor, quem sou eu agora que as coisas estão dando certo? O sucesso vira traição à própria história. Nesse vídeo eu dissecamos as três camadas do medo (desconfiança da paz, ameaça fantasma, destruição para retomar controle), mostro os mecanismos clássicos de autossabotagem — na comunicação (reviver erros antigos para criar distância), nas finanças (gastar impulsivamente para voltar ao aperto familiar), na saúde (abandonar treinos e dieta quando os resultados aparecem) —, explico a fantasia da catástrofe (a crença infantil na balança cósmica, a hipervigilância, a desconexão do corpo), e trago as microestratégias que realmente funcionam: rotular o pânico como recalibração do sistema nervoso, recuperar o controle do tempo para parar de fabricar incêndios, treinar tolerância ao bem-estar com pausas curtas, aterramento e exposição gradual à paz, e, acima de tudo, substituir a disciplina punitiva por uma auto-compaixão clínica rigorosa. Você não precisa de mais garra — você já sobreviveu ao caos com garra de sobra. O que falta é coragem para ficar bem sem culpa. Coragem para aceitar que a paz não é prelúdio de tragédia, que o silêncio não é aviso de perigo, que o sucesso não é sorte temporária que precisa ser destruída antes que o mundo perceba que você “não merece”. A verdadeira revolução não é uma explosão heroica; é uma descompressão lenta, quase chata, até você conseguir respirar fundo e pensar: “eu posso estar bem e continuar vivo”. Se esse padrão te atravessa, esse vídeo é para você. Assista até o final. Fica no sucesso por mais cinco segundos. Você não vai morrer por estar bem. Só vai ficar cada vez melhor. Veja meu Linktree para me acompanhar em outras redes. Deixe sua mensagem nos comentários — qual parte mais te pegou? 🧔🏻♂️ Sobre mim: Sou um médico residente em Psiquiatria (significa que estou no processo de me especializar), tenho vinte e poucos anos. Nos meus vídeos, compartilho insights e ideias para melhorar a sua vida (na linha de desenvolvimento pessoal e autoajuda), além de opiniões pessoais sobre a mente e a sociedade, dicas de relacionamento e qualquer outro tópico que eu considere importante compartilhar. 🔖 CAPÍTULOS 🔖 00:00 - Introdução: o padrão de se afastar quando as coisas dão certo 00:45 - Por que o sucesso causa náusea e medo físico 01:51 - As três camadas do medo e os mecanismos de sabotagem 02:17 - Microestratégia 1: rotular o pânico como recalibração 02:34 - Vício em cortisol e o ciclo crise-alívio-prazer 03:44 - Sucesso como traição à identidade de lutador 04:21 - Culpa do sobrevivente, medo do veredito e autossabotagem como defesa 05:04 - Os monstros em ação: sabotagem na comunicação, finanças e saúde 06:22 - Fantasia da catástrofe: balança cósmica, hipervigilância e desconexão somática 07:00 - Treinamento prático de tolerância ao bem-estar 07:47 - A solução verdadeira: auto-compaixão clínica em vez de disciplina rígida 08:51 - Conclusão: a coragem de ser feliz e o silêncio como conquista