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A controvérsia em torno da Groenlândia não pode ser lida de forma isolada ou superficial. Ela é apenas um sintoma de algo muito maior: o esgotamento do projeto político que a Europa passou a representar nas últimas décadas e o fim de um ciclo que não foi criado por Trump, mas acelerado por ele. A ideia de que a Europa ainda encarna o “Ocidente” clássico — fundado nas liberdades individuais, na propriedade privada e na contenção do Estado — já não se sustenta. O que se consolidou ali foi um modelo profundamente burocrático, centralizador e autoritário, disfarçado sob a retórica de uma democracia social e globalista. Vejo com clareza que esse projeto passou a operar contra o próprio indivíduo: enfraquece soberanias nacionais, relativiza a liberdade de expressão, destrói incentivos econômicos, ataca a cultura ocidental e legitima a censura como instrumento político. Não é coincidência que práticas hoje comuns no Brasil tenham sido importadas diretamente desse mesmo eixo europeu, com apoio de ONGs, think tanks e estruturas transnacionais. Nesse contexto, a reação americana não é uma ruptura com o Ocidente, mas uma tentativa de resgatar seus fundamentos originais. O verdadeiro risco ao mundo livre não está na postura dos Estados Unidos, mas na permanência de um projeto globalista que concentra poder, esmaga o indivíduo e se sustenta por meio de controle, censura e engenharia social. O que está em jogo não é a Groenlândia. É a redefinição de quem, afinal, ainda está disposto a defender a liberdade — e quem já a abandonou há muito tempo.