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Documentário realizado pelo alemão Thomas Harlan, um documentário de longa-metragem feito em co-produção entre Portugal, Itália e RFA. Caracteriza-se por assimilar géneros “contraditórios” na época: filme histórico, assume-se como cinema militante e, ao memo tempo, como exercício de antropologia visual. Torre Bela, velha propriedade do Duque de Lafões, uma herdade do Ribatejo com dois mil hectares, a maior herdade murada de Portugal, é ocupada por trabalhadores agrícolas sem trabalho nem terra, que, num dos momentos quentes do PREC, decidem organizar-se em cooperativa. Com o apoio de revolucionários idealistas, de um líder carismático de perfil duvidoso e de «soldados do povo», querem fazer ouvir a sua voz e as suas razões. Todos vêem nessa ilegítima apropriação um legítimo modo de reabilitação social, que inclui a recuperação de trabalhadores alcoolizados. Agem de boa-fé e sentem estar a contribuir com a sua experiência para o processo revolucionário em curso. Em causa estão terras incultas desde 1961, que os ocupantes, residentes das povoações de Manique do Intendente, de Macussa (Azambuja) e da Lapa (Cartaxo), pretendem explorar para produzir géneros de primeira necessidade. O processo é seguido passo a passo num filme que passo a passo se inventa, procurando decifrar o significado profundo de um gesto que excede o social, as questões de classe, e que outros personagens descobre, além daqueles que à partida tem em foco: «a base». os generosos soldados da «Polícia Militar, no âmbito das conquistas salvaguardadas pelo Movimento das Forças Armadas (MFA)» (Cit.: José de Matos-Cruz em O Cais do Olhar, ed. da Cinemateca Portuguesa, 1999). Argumento – Thomas Harlan Realização – Thomas Harlan Produção – Cooperativa Era Nova (Portugal), Societá Cinematográfica Italiana / SCI (Itália), Albatros (RFA) Exteriores – Manique do Intendente Data de rodagem – entre 1975 e 1977 Género – documentário histórico (cinema militante) Formato – 16 mm cor e p/b Duração – 240‘ (versão 1), 140' (versão 2) 82’ (versão 3), 105’ (versão 4) Distribuição – Era Nova (primeiras versões) e Atalanta Filmes (versão final, 2007) Estreia – cinema King, em Lisboa, a 2 de Agosto de 2007 (versão final).