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É difícil essa promessa plantada tão cedo, “Trabalho dá sentido”, mas só planta medo. Status traz respeito ou só vende ilusão? Consumo constrói identidade ou prisão? Disciplina emocional chamam de maturidade, Mas sentir demais virou fragilidade. Por isso você vive assim, meio ausente, Desanimado, anestesiado, indiferente. Fomos criados na frente da televisão, Promessas douradas moldando a visão. “Um dia seremos ricos, milionários”, Astros do cinema, lendas nos palcos lendários. Mas não somos. Tudo aquilo que achava que te completava Era extensão falsa do nada que sobrava. Identidade vazia vestida de etiqueta, Um personagem preso na própria gaveta. Você não possui nada, é tudo ilusão, São suas coisas que te prendem na mão. Não seja escravo desse falso estado, Acorda agora desse sono programado. O que é ser funcional, me diz afinal? Xoxo, sem energia, automático e igual. Emprego entediante, casa sem vida, Alma trancada, rotina repetida. Obsessão por agradar, medo de errar, Vivendo pra plateia sem saber respirar. Nunca vivi tão perto do perigo, Mas nunca me senti tão protegido. Nunca estive tão confiante assim, Depois dos socos que a vida deu em mim. Você aprende que não é feito de vidro, Que a dor não te quebra — ela te deixa vívido. Você só se sente vivo quando decide ir Além dos seus limites, além de desistir. A dor física é direta, concreta, real, Diferente da mental — invisível e brutal. Ela te visita todo santo dia, Sorriso no rosto, mas por dentro agonia. Então me diz: qual é o seu refúgio pra dor? Mais um curso? Mais um livro? Mais um “seja melhor”? Pare de buscar perfeição imposta, Essa voz na sua mente não é sua resposta. Ideais que nunca foram seus, Mas te dizem o tempo todo quem você é, quem perdeu. Como deve agir, como deve falar, Que sonho é válido sonhar. Destrua o mundo artificial Construído sobre você — estrutural. Você não é seu emprego, nem seu cifrão, Não é o saldo frio da aplicação. Não é o carro que você dirige, Nem o uniforme que te corrige. Não é o que carrega na carteira, Nem a máscara que usa a semana inteira. Quem é você quando a luz se apaga? Quando o silêncio chega e nada te distrai? O que você realmente quer? O que precisa — e não o que o mundo extrai? No fim, todo colapso é revelação, É queda que vira transformação. Crescemos vendo o mundo por lentes quebradas, Promessas brilhantes, porém envenenadas. Nos tornam funcionais para o sistema, Mas racham a alma, silencioso problema. Devagar a gente aprende com isso — Que liberdade começa no próprio abismo. E estamos muito mais que cansados, Estamos vivos. E estamos revoltados.