У нас вы можете посмотреть бесплатно COMPARE OBRAS COMO PROFISSIONAL (SEM PIRAR) или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
🦎A arte de comparar duas obras é complexa, mas tentei simplificar nesse vídeo dando os exemplos de Overlord, a Light Novel, e Eu, Robô. 🦎Gostou do conteúdo? Apoio o canal deixando o like, inscrevendo-se e deixando um comentário!!! 🦎Quer descobrir mais sobre mim? Entre no meu site: https://www.excamosh.com.br/ ou no meu Instagram: / excamosh 🦎Minha Webnovel (Obra literária): https://novelmania.com.br/novels/indu... Recomendações: https://www.soportugues.com.br/ https://excamosh.com.br/linguagem-sim... https://excamosh.com.br/um-olhar-de-f... Texto gerado, Chat: As obras Overlord, de Kugane Maruyama, e Eu, Robô, de Isaac Asimov, abordam o conceito de identidade no contexto das inteligências artificiais, embora partam de universos muito distintos. Enquanto Overlord utiliza uma ambientação fantasiosa e elementos gamificados para explorar a identidade de NPCs (personagens não jogáveis), Eu, Robô constrói seu universo a partir da racionalidade científica, representando androides que seguem — ou contestam — regras pré-estabelecidas. Ambas as obras, no entanto, refletem debates éticos contemporâneos sobre o avanço da tecnologia e da inteligência artificial. Em Eu, Robô, Asimov propõe as Três Leis da Robótica como uma tentativa de limitar os riscos da autonomia artificial. Os contos mostram como, mesmo sob essas leis, os robôs desenvolvem comportamentos inesperados, levantando questões sobre agência, livre-arbítrio e responsabilidade moral. À medida que esses androides tomam decisões complexas e, por vezes, politicamente impactantes, a narrativa ultrapassa a barreira da programação técnica e se aprofunda na discussão sobre identidade e subjetividade artificial. Já em Overlord, os NPCs deixam de ser meros códigos para se tornarem personagens dotados de sentimentos, vontades e moral própria. A narrativa conduz o leitor a refletir sobre essas entidades como possíveis sujeitos com identidade plena. O protagonista, Ainz, um humano transportado para um corpo artificial e poderoso, aos poucos se distancia de sua antiga humanidade, passando a tomar decisões pragmáticas e, por vezes, cruéis. Essa transformação levanta a questão: o que realmente define a identidade de um ser — sua origem biológica ou suas ações e decisões? Enquanto Eu, Robô questiona os limites da racionalidade frente a dilemas éticos e crises existenciais, Overlord subverte a hierarquia tradicional entre criador e criatura, sugerindo que seres artificiais podem não apenas imitar, mas também transcender os humanos em complexidade emocional e autonomia. Ambas as obras, portanto, apresentam perspectivas relevantes sobre o papel da tecnologia na redefinição da identidade. Por fim, os dois textos dialogam com inquietações contemporâneas. Eu, Robô antecipa discussões que hoje envolvem inteligências como o ChatGPT, algoritmos de decisão autônoma e o papel da IA na sociedade. Overlord, por sua vez, estimula a imaginação sobre os impactos psicológicos e éticos de se transferir uma consciência humana para um corpo não humano. Em contextos tão distintos, Asimov e Maruyama contribuem para uma mesma reflexão essencial: até que ponto a tecnologia é capaz de criar — ou destruir — o que entendemos como identidade? #excamosh #scifi #utopia #livros #ficçãocientifica #literatura #livros #educação #línguaportuguesa #comparação #control