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O bombardeio do Supremo sobre o Congresso foi o fato político da semana. O protagonista da maioria das ações foi o ministro Flávio Dino, que conduz inquéritos contra parlamentares investigados por desvios de recursos públicos. Logo na terça-feira (16), a Polícia Federal foi bater na porta de Antonio Doido, deputado do MDB do Pará. Alguém de sua casa atirou pela janela telefones celulares, para tentar impedir a apreensão. Na sexta-feira, dia19, foi a vez do líder do PL na Câmara, Sostenes Cavalcante e do deputado Carlos Jordy, também do PL, entrarem na mira da PF. Mas nem tudo é Dino. Na quinta-feira, a Mesa Diretora da Câmara já havia cassado dois deputados por processos não relacionados a corrupção. Eduardo Bolsonaro, outro do PL, perdeu o mandato por excesso de falta. Ele foi em fevereiro para os Estados Unidos, onde passou a articular sanções contra o Brasil como forma de pressão contra a condenação do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Alexandre Ramagem, novamente do PL, foi cassado para cumprir uma determinação do Supremo. O STF o condenou por tentativa de golpe de Estado e de abolição do Estado de Direito. O Senado também foi alvo, e desta vez o foco estava no escândalo do INSS. O ministro André Mendonça determinou na quinta busca e apreensão na casa do vice-líder do governo, senador Weverton Rocha, do PDT. Toda essa sucessão de eventos enfraquecem o Congresso em um momento em estratégico para o governo federal. Lula aumenta as articulações pela sua reeleição enquanto a oposição, dividida, patina em candidatos de viabilidade duvidosa. Em um movimento surpreendente, Lula trocou o ministro do Turismo, Celso Sabino por um indicado do União Brasil, partido que dois meses atrás havia anunciado sua decisão de romper com o Planalto. O Congresso mais fraco, acuado pelo Supremo, ajuda no projeto da reeleição. @STF_oficial @camaradosdeputadosoficial @SenadoFederalBr #stf #policiafederal @congressoemfoco #sostenescavalcanti