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https://carrapatoso-eurico.weebly.com/ Angélica Neto (soprano) Cond. Armando Possante Grupo Vocal Olisipo: Elsa Cortez (S1), Patrycja Gabrel (S2), Luísa Tavares (A1), Lucinda Gerhardt (A2), Carlos Monteiro (T1), João Rodrigues (T2), Armando Possante (B1), Carlos Pedro Santos (B2) Grupo Instrumental: Pedro Lopes (Vl1), Ana Margarida Sanmarful (Vl2), Teresa Fernandes (Vla), César Gonçalves (Vc), Marta Vicente (Cb); António José Carrilho (Fl. 1), Diana Cortez Pinto (Fl. 2); Jenny Silvestre (Cravo) "Magnificat em talha dourada" em São Roque, no seu vigésimo aniversário Esta obra escrita em Trás-os-Montes durante o mês de Julho de 1998, na companhia da canícula e da maré vazia do tempo, foi estreada no espaço inefável da Igreja de São Roque no dia 24 de Outubro de 1998, por ocasião da celebração dos 500 anos da Santa Casa da Misericórdia, solada pela sua dedicatária, Angélica Neto, e pelo Ensemble vocal e instrumental Olisipo, sob a direcção de Armando Possante, num concerto mágico que perdura na memória daqueles que estiveram presentes e que hoje no-la oferecem de novo. Nascia em 1998 não apenas uma das minhas obras dilectas bem como aquela que maior circulação mundial obteve, tendo sido várias dezenas de vezes interpretada nos quatro cantos do mundo. Nascia ali uma obra que deixa uma impressão perene em quem a escuta, no colo do seu carácter tranquilo e do recolhimento que inspira, ao evocar, cruzadas com o latim, melodias identitárias do cancioneiro popular português, algumas delas vertidas em verdadeiros ex-libris natalícios, como o impalpável “Ó meu Menino”. São Roque é um espaço único e identitário, a sua inspiração. Por muito mundo que a obra percorra, São Roque "demeure" como seu regaço natural. Sendo um descendente dos quatro costados deste monumento ímpar de beleza oiro-lazúli, é em São Roque que o "Magnificat em talha dourada" vibra em plenitude. É em São Roque que atinge a luminosidade própria, única e indefinível. Por isso, e sensível a tal conformidade, tem o Festival de Música em São Roque acolhido o (também seu) Magnificat nas datas redondas: no décimo aniversário, em Outubro de 2008, e hoje, vigésimo aniversário, sempre com os mesmos intérpretes da estreia de 1998. A obra, nesta comunhão de linhagens - os intérpretes originais no espaço original – refulge, tal como um Porto Vintage, no seu "urtext" heráldico, na identidade dos timbres que na patine do tempo se fundem e se decantam: mais denso, mais aveludado, mais depurado. É assim que, de uma forma natural, se cria uma tradição. Marcamos encontro para Outubro de 2028. Eurico Carrapatoso Lisboa, 26 de Outubro de 2018