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Me sinto longe do fim, eu sigo com a pureza na minha mente igualzinho um curumim. Se vivências são fardos, eu corro bem mais, então eu nasci assim. Eu me sinto mudado e o papo tá dado, não vem tramar meu fim. E não manda a busca, vivências são fardos, então muda aquilo que é feito. Eu tô vivendo os fatos da frase, todo esse conceito. Não ofusca meu ato, quando executo o passo eu já tenho plano, mudando a minha vida, olha pra mim o quanto estou movimentando. Eu tô movimentando. Olha o mundo acabando. Fala pra mim, meu nego, quantas vidas que tão sobrando. Fala isso pro teu mano, que pensa que é o mais insano no corre de noite e de dia, dinheiro sem tá traficando. Minha vida segue mudando, meu pensamento tá me modulando. Abro minha boca, me sinto insano. Eu te atiro, mas nem tenho um cano. Eu faço corre de noite e de dia, na periferia, o moleque insano. Eu te atiro, mas nem tenho cano. Eu te atiro, mas nem tenho cano. Não tenho um cano, eu tenho Q.I. Eu sou um rapper, não sou MC. A minha voz é pra falar a maldade que o mundo fez com o povo Guarani. Juro que isso não dá pra engolir: garimpeiros que só pensam em si, extrativistas e pecuaristas tirando a paz do povo Macuxi. Eles não ligam pro mangue, ouvindo trap falam que é de gangue. Ostentam ouro e também diamante, esse minério é dos Yanomami. Eu vim do meio do mato, do fato. Olha pra minha cara, o moleque do mangue. Olha pra mim, o moleque do mangue. Olha minha cara, o moleque do mangue. Arrumando do mangue, mano do bang, um ativista das roda sangue que quando corre tá no mato ou morre. Bota a cara, tapa, meu lado é o yang. No meu fone tá tocando Yank. Minha ideia me deixando mais punk. Não se abala, mas não mete mala. Tão na capital, mas não entra pro mangue. Eu não. O mangue eu acho legal. Eu me sinto um mano atemporal. No meio do mato, é um fato, com calor de quarenta graus. Eles ainda querem meu mal, só que isso eu acho normal. Ficamos com a natureza. Cês ficam com a capital. Me sinto longe do fim. Ninguém mais vai botar a mão na mata, se isso depender de mim. Tô correndo muito, intuito puro. Os menor maduro, eu nasci assim. Não bota a mão na pele do neguim. Não bota a mão na pele do neguim. E não manda a busca. Vivências são fardos, então muda aquilo que é feito. Eu tô vivendo os fatos da frase, todo esse conceito. Não ofusca o meu ato, quando executo o passo eu já tenho um plano. Mudando a minha vida, olha pra mim o quanto tô movimentando. Eu tô movimentando. Olha o mundo acabando. Fala pra mim, meu nego, quantas vidas que tão sobrando. Fala isso pros teus manos, que pensa que é o mais insano no corre de noite e de dia, dinheiro sem tá traficando. Ier. Dinheiro sem tá traficando. Ier, ier. Eu tô com dinheiro sem tá traficando. Tô correndo muito, mudando a vida sem tá traficando. Tô correndo sem tá traficando. Tô mudando sem tá traficando. A minha vida, ela segue mudando em torno daquilo que eu sigo cantando, o que eu sigo sentindo, o que eu sigo botando. A minha presença é minha luta. A minha luta é minha busca. Tudo que eu busco é o fato. Tudo que eu busco é o ato de tudo que eu fiz na minha trama, tudo que eu fiz no meu quarto. Com uma caneta, um papel, um cigarro, retalho. Poesia de forma mais pura, como se eu tivesse um atalho. Eu correndo em busca daquilo que eu sei que anseia meu foco. Não quero sentir mais anseio, muito menos angústia.