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Vivemos em uma época que se apresenta como a mais livre da história — mas por que tantas pessoas estão exaustas, ansiosas e à beira do colapso? Neste vídeo, exploramos uma das reflexões mais provocadoras do filósofo Byung-Chul Han sobre a sociedade do burnout, a cultura do desempenho e a falsa ideia de liberdade que domina o mundo contemporâneo. A partir dos conceitos desenvolvidos em A Sociedade do Cansaço, este ensaio filosófico investiga como a lógica da produtividade constante transformou a liberdade em cobrança, o descanso em culpa e a vida em um projeto interminável de otimização. Não se trata apenas de cansaço físico, mas de um esgotamento mais profundo — existencial, emocional e simbólico. Ao longo do vídeo, refletimos sobre: – Por que a pressão por performance não vem mais de fora, mas de dentro – Como a autoexploração substituiu a opressão tradicional – A relação entre produtividade, vazio existencial e burnout – O impacto da aceleração constante na experiência, no silêncio e nas relações humanas – Por que o excesso de atividade pode estar nos afastando do sentido da vida Este não é um vídeo motivacional. É um convite à reflexão crítica sobre o modo como estamos vivendo, produzindo e nos relacionando — e sobre o preço silencioso que pagamos por nunca parar. Se você sente que está sempre ocupado, mas raramente presente… Se o descanso parece culpa e não alívio… Se a vida virou desempenho constante… Talvez este vídeo não traga respostas fáceis — mas pode ajudar a formular as perguntas certas. 📌 Assista até o final para compreender por que, segundo Byung-Chul Han, a verdadeira liberdade não é fazer tudo, mas poder não fazer. 00:00 – NÃO PULE 01:00 – A falsa liberdade e a ilusão do mérito individual 02:00 – Sociedade do cansaço: como o controle virou interno (Byung-Chul Han) 03:05 – A ideologia do desempenho e a autoexploração moderna 04:20 – Produtividade excessiva, culpa e o medo de descansar 05:30 – Burnout existencial: quando o cansaço não é só físico 06:10 – Hiperatividade, aceleração e pobreza de experiência 07:30 – Atenção fragmentada e perda de sentido na vida moderna 08:50 – Excesso de informação, vazio e crise de identidade 09:55 – O desaparecimento do silêncio e da introspecção 10:55 – Quando até o autoconhecimento vira ferramenta de desempenho 11:30 – Desacelerar como ato radical de resistência 12:10 – Produtividade extrema e o enfraquecimento das relações humanas 13:20 – Solidão moderna: conectados, mas emocionalmente vazios 14:50 – Trabalho, competição silenciosa e erosão dos vínculos sociais 15:30 – Presença, desaceleração e reconstrução das conexões humanas 16:30 – A ditadura da performance e a perda da humanidade 17:45 – Limites da tecnologia, silêncio e saúde emocional 18:45 – Burnout não é falha individual, é sintoma cultural 19:05 – O que é sucesso de verdade? Vida profunda vs desempenho 19:40 – Reflexão final e convite ao diálogo Byung-Chul Han, sociedade do cansaço, sociedade do burnout, burnout psicológico, filosofia contemporânea, crítica à produtividade, cultura da performance, esgotamento mental, autoexploração, cansaço existencial, filosofia e sociedade, vida moderna, excesso de trabalho, saúde mental, O SILO #burnout #sociedadedocansaco #byungchulhan #esgotamentoemocional #produtividadeexcessiva #hiperprodutividade #cansacomental #filosofiacontemporanea #psicologiasocial #criticasocial