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"Maré de Ferro" é RAP. É palavra crua. É identidade portuguesa dita sem filtro. Não é fado. É rap cantado por mim, com raiz, mas com visão de frente. 🔥 Voz: SHDOWTUGA 📝 Letra: SHDOWTUGA 🎼 Instrumental: Suno AI 🎧 Mistura & Master: Suno AI Este som fala de resistência, orgulho, memória e força. Sem romantizar. Sem vitimização. Sem pose. Se sentes que a tua história pesa, mas mesmo assim continuas de pé — esta música é tua. 👉 Subscreve o canal. 👉 Comenta o que sentiste ao ouvir. 👉 Partilha se acreditas no rap português independente. ⏱ TIMELINE 00:00 Intro 00:22 Verso 1 01:02 Pré-Refrão 01:22 Refrão 01:52 Verso 2 02:35 Ponte 02:55 Refrão Final 03:20 Outro 🎬 CRÉDITOS Artista: SHDOWTUGA Voz & Letra: SHDOWTUGA Produção Instrumental: Suno AI Mistura & Master: Suno AI Arte Visual: SHDOWTUGA Concept #RapPortuguês #HipHopTuga #RapNacional #RapIndependente #PortugueseRap #NewRap #UndergroundRap #Rap2026 #MúsicaNova #IndieArtist #AIProduction #SunoAI #ViralMusic #Lisboa #Porto #TrapTuga #HipHop #RapReal #NovoSom #ArtistaIndependente letra O mar trouxe-nos tudo… mas levou o que amamos. Deixou-nos cicatrizes que nunca mostramos. É o peso do nome gravado na estrada. É sangue na pedra que nunca foi lavada. Olho pró espelho e vejo o rosto do meu avô A marca nas mãos de quem nunca se vergou Dizem que o fado é destino traçado Eu digo que é fogo que arde calado Nas vielas apertadas onde a luz mal entrou Aprendi que o silêncio também gritou Não é só tristeza que mora na vida É força escondida, tensão contida Um povo que cai mas não fica no chão Transforma a derrota em afirmação As luzes da ponte parecem correntes Prendem memórias, prendem ausentes Mas é o nó na garganta que nos faz cantar É peso no peito que não vai quebrar Sou feito de pedra, de sal e de vento O meu fado é agora, não vive do tempo Lusitana coragem gravada no aço Ninguém corta o fio do meu próprio passo Não dobra, não quebra, é raiz no chão Sou o grito do Tejo na pulsação Se a maré se levanta para me testar Sou onda que volta para rebentar Falaram que império era só navegação Esqueceram o império da nossa união Entre o betão do bairro e a pedra da aldeia Corre o mesmo sangue que ferve na veia Resistência não é pose nem encenação É sobreviver sem perder direção Curar a ferida mas lembrar a lição Porque quem esquece repete a prisão Portugal não é pequeno, é dimensão É mundo inteiro dentro da mão Levamos saudade como convicção Transformamos ausência em afirmação Chamam mansidão ao que é controlo. Confundem silêncio com falta de solo. Mas o mar recua antes de avançar — Só para ganhar força e voltar a atacar. Alma de ferro, punho cerrado. Peito erguido, destino traçado. Ontem na queda, hoje levantado. Amanhã mais forte. Sempre preparado.