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Neste corte, Rodrigo Constantino e Rony Gabriel comentam a repercussão de um desfile de Carnaval que, na avaliação deles, ultrapassou o limite cultural e entrou no terreno de propaganda política antecipada. O debate gira em torno de uma pergunta central: o episódio foi apenas um exagero de enredo ou um recado de que as regras eleitorais passaram a valer de forma desigual, com tolerância para um lado e rigor para o outro? Constantino relata que assistiu ao desfile logo cedo e descreve o conteúdo como escancarado, citando a presença de elementos que, segundo ele, caracterizam promoção política. Ele aponta a existência de ligação partidária na direção da escola e menciona uso de verba pública, o que, na visão dele, agrava o caso por envolver recursos do Estado em um contexto de exaltação de figura política. A crítica central é que, quando dinheiro público e enredo se misturam, o desfile deixa de ser só manifestação cultural e passa a ter impacto institucional. Na sequência, Constantino trabalha com duas hipóteses. A primeira é a de que o episódio teria sido um “teste” para mostrar que o TSE não reagiria, normalizando a sensação de “vale tudo”. A segunda é a de que o próprio Lula teria consciência de que haveria consequência e, mesmo assim, teria seguido, seja por cálculo político, seja por entender que o risco compensaria. Ele descarta “meias explicações” e reforça o contraste com o que aconteceu com Jair Bolsonaro, que ficou inelegível por muito menos, na leitura dele. O corte também aborda a reação jurídica e o papel do Partido Novo, citado como autor de medidas no TSE. Constantino critica decisões que, segundo ele, tentaram evitar intervenção antes do desfile sob argumento de “censura prévia”, lembrando que o conteúdo já era conhecido previamente. A partir desse ponto, ele sustenta que, se o país aplicasse o mesmo padrão usado em casos anteriores, a punição deveria ser considerada em patamar elevado. Além do debate eleitoral, os comentaristas tratam o episódio como símbolo de um problema maior: culto à personalidade e degradação do debate público. Constantino afirma que esse tipo de celebração política em massa remete a práticas de regimes fechados, e usa o caso para justificar sua visão de que instituições perderam credibilidade e o país se acostumou com abusos sem consequências proporcionais. No conjunto, o corte mistura crítica institucional, disputa de narrativa e leitura eleitoral, com um recado claro: se o episódio não gerar reação, a percepção de dois pesos e duas medidas tende a se consolidar e virar combustível político para 2026. Inscreva-se no canal e comente: na sua visão, foi só Carnaval ou virou propaganda antecipada com blindagem institucional?